domingo, 15 de abril de 2012

O VALOR DO TRABALHO


O ponto de vista positivo da bíblia quanto ao trabalho está enraizado em seus ensinamentos sobre Deus. Diferentemente de outras escritas religiosas, que falam sobre a criação como sendo algo inferior a dignidade do Ser Supremo, as escrituras descrevem Deus como um trabalhador. Como um trabalhador manual, ele fez o universo como "obra de seus dedos" (Salmos 8:3). Ele trabalhou com a sua matéria prima assim como um oleiro trabalha com a argila (Isaías 45:9). O Todo Poderoso teve até o seu dia de descanso (Gênesis 2:2-3) e teve a satisfação de ver o trabalho feito no final dos sete dias (1:31). Essa descrição vívida da bíblia de um Deus trabalhador chega ao seu clímax com a encarnação de Jesus. O "trabalho" que foi dado para Jesus fazer (João 4:34) foi, logicamente, a tarefa única da redenção. No sentido usual da palavra, ele também era um trabalhador. Seus contemporâneos o conheciam como "um carpinteiro" (Marcos 6:3). Nos tempos do Novo Testamento a carpintaria era um trabalho pesado. Então o Jesus que entrou no templo e virou mesas tirando os homens e os animais dali (João 2:14-16), não era um homem fraquinho e sim um trabalhador cujas mãos já tinham sido calejadas pelos anos de trabalho com o machado, o serrote e o martelo. O trabalho físico duro não estava abaixo da dignidade do Filho de Deus. O trabalho não chegou ao mundo como um resultado direto do pecado (apesar de o pecado ter estragado as condições do trabalho, Gênesis 3:17-19). O trabalho havia sido planejado por Deus desde o começo (Salmos 104:19-23). Com essa enfaze na dignidade e a normalidade do trabalho, não é de se surpreender que as Escrituras condenam fortemente a preguiça. "Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, considera os seus caminhos, e sê sábio;" (Provérbios 6:6, RSV).
TRABALHANDO PARA CRISTO
Deus é um Deus trabalhador que se agrada quando o seu povo trabalha duro e conscientemente. Essa convicção está no coração dos ensinamentos bíblicos sobre atitudes cristãs para com trabalhos seculares. E, naturalmente, o Novo Testamento estende a mesma ênfase positiva para cobrir todos os trabalhos cristãos, remunerados ou não. O mundo é o campo de colheita de Deus, disse Jesus, esperando que os ceifeiros cristãos entrem e evangelizem (Mateus 9:37-38). Paulo usou a mesma ilustração agricultora e ainda complementou (1 Coríntios 3:6-15). Todos os cristãos deveriam se enxergar como "cooperadores de Deus" (3:9).

VIDA FAMILIAR E RELACIONAMENTOS


Deus fez algo maravilhoso quando criou as famílias. Embora as famílias tenham mudado desde os tempos bíblicos, sempre funcionaram da mesma forma básica. As famílias devem ser lugares de encorajamento e amor. Abrigos nas tempestades da vida. Deus ama tanto as famílias que criou uma família para o Seu próprio Filho - Jesus Cristo. Ele valoriza o papel da família e criou-a para ser o centro do crescimento e desenvolvimento. Cada membro tem um determinado papel. Os filhos aprendem a cuidar de si mesmos e de outros na família. Os pais ensinam suas famílias a conhecerem a Deus e a andar com Ele. Deus inventou a família milhares de anos atrás e ainda hoje é uma de suas criações favoritas.
A FAMíLIA NA BíBLIA
Nos tempos bíblicos, a família se compunha de um ajuntamento. Incluía não só pais e filhos, com outros parentes, mas também empregados, viajantes, estrangeiros e qualquer outra pessoa que estivesse na casa. O chefe da família protegia a todos. A família de Jacó, por exemplo, abrangia três gerações (Gênesis 46:8-26). Biblicamente, o termo "família" se confunde com "casa". De fato, "fundar uma casa" pode se referir a organizar uma habitação separada, bem como estabelecer uma família. Em sentido amplo, "casa" pode se referir a uma nação inteira ("casa" de Israel). Os chefes das famílias voltando do seu exílio na Babilônia controlavam algumas vezes centenas de familiares. (Esdras 8:1-14). A família era uma pequena parte de um clã ou tribo. Nos tempos nômades, as responsabilidades e vassalagens se concentravam no grupo familiar maior enquanto ele se mudava de lugar para lugar. Aqueles que pertenciam ao clã sabiam que tinham que trabalhar pelos interesses comuns e ter responsabilidade por todo o grupo. Cada um protegia o outro e tomava providências para outros membros da família em tempos de necessidade.
Com as vidas dos isrealitas estabelecidas, famílias (no sentido mais amplo da palavra) começaram a viver em pequenas cidades circundadas por campos de trigo, cevada e linho, com áreas de pastagens para ovelhas e cabras. Um grupo familiar misto, interdependente, tal como os danitas, de Zorá e de Estaol (Juízes 18:11) compunha cada grupo de cidades. As pessoas tinham que compartilhar a carga de trabalho e cooperar para que a família inteira sobrevivesse a condições adversas.
Como o trabalho artesanal e o comércio se desenvolveram junto com atividades mais sedentárias, os filhos aprenderam as habilidades de seus pais e continuaram os negócios da família. Consequentemente, toda a cidade tinha que seguir um determinado ofício (I Crônicas 4:14; Neemias 11:35). Especializando-se am alguns negócios, entretanto, as pessoas se tornaram menos autosuficientes, dependendo mais deos agricultores para a alimentação e de outras cidades que se especializaram na produção de roupa e cerâmica (I Crônicas 4:21-23).
GRUPOS FAMILIARES MENORES
Com o crescimento das cidades, grupos que se relacionavam viviam juntos em áreas específicas. Neemias (Neemias 11:4-8) e o escritor de Crônicas (I Crônicas 9:3-9) registraram que muitos membros das tribos de Benjamim e Judá viveram em Jerusalém. Os grupos familiares começaram a se fragmentar em grupos menores que se mudaram para as cidades. O grupo familiar ficou ainda menor à proporção que os limites da família mais ampla se estreitava. A família típica era formada de marido, mulher e seus filhos. Como as casas eram pequenas, todos moravam numa só casa.
Durante o período dos reis, Amom e Absalão, filhos do Rei Davi, estabeleceram suas próprias casas separadas (II Samuel 13:7-8, II Samuel 20). Naquele tempo, havia poucos escravos na sociedade hebraica, mas eles também eram considerados membros da família. Como os limites mais amplos da família se diluíram, o chefe da família perdeu um pouco de sua autoridade. Como resultado, a sociedade ficava formada de modo que o rei era soberano e todas as pessoas lhe eram sujeitas.

SALVAÇÃO, O PLANO DE


INTRODUÇÃO
A salvação é o plano de Deus de dar uma chance para as pessoas escaparem do pecado e da morte. A bíblia revela este plano. Deus enviou o seu filho, Jesus Cristo, ao mundo para morrer em nosso lugar. É por isso que chamamos de salvação - fazendo isso, Deus nos livrou do castigo e da morte que merecemos. A salvação é um dos temas principais tanto no Velho como no Novo Testamento.
A SALVAÇÃO NO VELHO TESTAMENTO
A SALVAÇÃO NA HISTÓRIA
O conceito que Israel tem de salvação foi enraizada em Êxodo - quando Deus libertou o seu povo do Egito e os guiou à terra prometida. Em Êxodo, Israel testemunhou a salvação do Senhor em primeira mão. Poetas e profetas freqüentemente falavam da salvação de Deus em relação à experiência em Êxodo. Outros eventos históricos ajudaram a moldar o entendimento de Israel sobre salvação.
A SALVAÇÃO ENFOCA AS NOSSAS NECESSIDADES
A bíblia diz que toda pessoa que já viveu é um pecador (Romanos 3:23). O pecado é resultado da desobediência aos comandos de Deus, por exemplo, mentir, enganar, roubar e invejar outra pessoa. O pecado nos separa de Deus já que Deus é santo e o pecado e a santidade não podem coexistir. A bíblia nos diz que o salário do pecado é a morte para todos (6:23).
Quando os Israelitas clamaram a Deus, eles esperavam e acreditavam que Deus os salvaria (Salmos 35:9; 65:5). Isso foi um ato de fé e abriu espaço para o ensinamento do Novo Testamento de aceitar a obra de Cristo na cruz pela fé (Efésios 2:8-9). Nós nunca merecemos o favor de Deus, a salvação é o seu presente para nós.
A SALVAÇÃO NO NOVO TESTAMENTO
JESUS CRISTO E A SALVAÇÃO
O Novo Testamento nos ensina que Jesus Cristo é a fonte para a salvação (2 Timóteo 2:10; Hebreus 5:9). Como Filho de Deus, Jesus viveu uma vida sem pecado e perfeita. No entanto, Deus permitiu que Cristo pagasse pelos nossos pecados. Nós merecíamos a sentença de morte pelos nossos pecados, mas Jesus pagou o preço. Ele se tornou o nosso substituto. A bíblia diz que Jesus morreu na cruz para pagar o preço pelos nossos pecados (Romanos 5:8). Ele tinha que ser castigado para que nós pudéssemos ter paz com Deus.
O papel de Jesus na salvação é de "mediador" - o que nos representa diante de Deus (Hebreus 2:10; 7:25). A bíblia nos ensina que a salvação não é alcançada por esforço humano. É obra de Deus (1 Tessalonicenses 5:9) e é oferecida como presente para nós pela sua graça (Efésios 2:8-9). Desde o começo, a salvação era o plano incrível de Deus. Esse plano é mostrado nas escrituras (2 Timóteo 3:15) e é compartilhado por aqueles que contam da graça de Deus (Efésios 1:13).
A SALVAÇÃO NA BíBLIA
A bíblia usa muitos outros termos para nos dar uma mostra do que significa a salvação. A bíblia fala de se tornar vivo em Cristo. Jesus descreve isso como sendo "nascido de novo" (João 3:3). A justificação é um termo complicado que nos descreve diante de Deus inocentemente. A palavra redenção nos diz como fomos resgatados: Jesus nos redimiu. Ele comprou a nossa liberdade com a sua própria morte. A palavra reconciliação descreve a mudança do nosso relacionamento com Deus - agora somos reconciliados com ele. A palavra propiciação amarra o sistema do Velho Testamento de sacrifício animal com a descrição do Novo Testamento da morte de Jesus como uma maneira de se livrar da ira de Deus. Cada um desses termos (e outros) compartilha algo em comum com o conceito bíblico de salvação. Elas são como peças de um quebra cabeça que se unem para mostrar a pessoa e a obra de Jesus Cristo, o Salvador.

ÚLTIMAS SETE FRASES DE JESUS


Essas são as últimas palavras relatadas que Jesus falou da cruz. Essas sete sentenças (citadas abaixo da versão King James da bíblia) podem ser encontradas nos quatro evangelhos, apesar de não aparecer todas as frases em um só evangelho. As duas primeiras e a sétima só são encontradas no livro de Lucas; a terceira, a quinta e a sexta somente no livro de João; e a quarta tanto no livro de Mateus como no livro de Marcos. Diz a tradição que elas foram ditas na ordem que estão aqui, mas nós não sabemos por certo qual é realmente a ordem verdadeira. Também não sabemos se Jesus falou outras coisas da cruz ou se as sete sentenças são um resumo de um discurso mais longo. Porém, considerando a dor que ele sentia, não seria nenhuma surpresa se Jesus falou somente isso.
1. "Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem." (Lucas 23:34).
Essa é a única frase das sete que é questionada pelos estudiosos; Muitos dos melhores manuscritos gregos não a contém. Mesmo que haja alguma dúvida, certamente cabe no que conhecemos de Jesus e seu amor. Alguns versículos antes, Jesus se mostra mais preocupado com os outros do que com si próprio (Lucas 19:41; 22:50-51; 23:28). Jesus viveu os seus próprios ensinamentos e orava por aqueles que estavam torturando-o (6:27-28). Certamente que os soldados e os líderes judaicos não eram totalmente ignorantes de seus atos naquele momento (veja Atos 3:17), mas eles sabiam com certeza a real importância do que eles estavam fazendo. Para os cristãos, é sempre mais importante se lembrar de pedir a Deus que perdoe os seus inimigos do que dar motivos do porque aquela pessoa precisa ser perdoada. No final, o perdão não demanda uma razão; é a graça.
2. "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso." (Lucas 23:43).
Lucas não relata esse depoimento para nos dar uma teologia complicada sobre a vida após a morte, mas para nos mostrar como o Senhor responde à fé do ser humano. Um criminoso se junta à multidão que estava zombando e só consegue o silêncio de Jesus (Lucas 23:40), mas o outro reconhece não só a inocência de Jesus, mas que a cruz era só um prelúdio de se reino (23:40-42). Jesus prometeu a esse homem que ele estaria com ele no paraíso. Aqui é novamente a graça, pedida e recebida.
3. "Mulher, eis aí o teu filho. Eis aí tua mãe." (João 19:26-27)
João mostra Jesus totalmente no controle da situação durante a crucificação. Aqui ele calmamente cuida se sua mãe ao invés de focar no seu sofrimento. Maria também estava sofrendo enquanto a "espada" transpassou a sua alma (Lucas 2:35). Jesus agora muito mais como o seu Senhor do que como seu filho, se lembra de seu relacionamento natural e espiritual com Maria. Não sabemos o porque que os irmãos de Jesus não estavam ali para cuidar de Maria, ou porque que João foi escolhido para fazê-lo, mas talvez tenha sido porque ele estava ali na Golgotha e Jesus sabia que ele era confiável.
4. "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (Mateus 27:46; Marcos 15:34).
Já haviam se passado horas desde a primeira frase, e de repente Jesus gritou as primeiras palavras do Salmo 22:1. Marcos as relatou na língua nativa de Jesus, aramaico, enquanto Mateus as mudou para o hebraico. O significado do clamor é explicado como sendo uma expressão do sentimento humano, um depoimento de desaponto por Deus não ter o libertado, uma expressão de separação de Deus porque ele carregava o pecado de toda humanidade, ou como uma citação do salmo inteiro que termina triunfantemente. Apesar de o significado completo desse clamor ser um mistério somente conhecido por Jesus e se Pai, é provável que, porque o salmo é um clamor a Deus por vingança, Jesus esta pedindo por isso. Ele clama a Deus para mostrar que ele é verdadeiramente o escolhido de Deus. A petição é respondida: Deus ressuscitou seu Filho dos mortos três dias depois.
5. "Tenho sede." (João 19:28).
No começo da crucificação, ofereceram a Jesus um vinho com uma substância para que ele agüentasse a dor da crucificação. Ele recusou (Mateus 27:34; Marcos 15:23). Agora, severamente desidratado, Jesus aceita o vinagre dos soldados (João 19:29), que aguçaria os seus sentidos para o clamor final. Ele precisava daquilo, pois já fazia seis horas que ele estava pendurado ali. Talvez este seja o ponto na vida de Jesus aonde vemos mais claro a sua humanidade. João viu esse ato como um cumprimento do Salmo 22:15 (e talvez 69:21).
6. "Está consumado" (João 19:30).
João termina o relato da crucificação com este depoimento simples (uma única palavra no grego). Essa sentença naturalmente revela o alívio e a satisfação de Jesus de ter acabado a dor e a agonia, que a morte o livraria, mas João dá a palavra uma definição mais profunda. De acordo com João, Jesus estava no controle de toda crucificação. Jesus disse que ninguém poderia tirar a sua vida - que ele daria por escolha própria (João 10:18; 19:10-11). Sabendo que ele tinha cumprido totalmente a vontade do Pai, ele voluntariamente deu sua vida. O que estava consumado ali não era simplesmente a sua morte, nem a sua vida, nem a obra de redenção, mas a razão de ele estar aqui nesse mundo. O último ato de obediência foi realizado. Jesus declara a sua vida "terminada" e se retira do palco até a sua ressurreição que começa um novo ato.
7. "Pai nas tuas mãos entrego o meu espírito" (Lucas 23:46).
Lucas tem uma imagem diferente de João e dos outros escritores do evangelho sobre o fim. Mateus e Marcos terminam dizendo somente que ele deu um "grande brado". João termina com a obra consumada. Lucas termina dizendo que o grande brado foi uma citação do Salmo 31:5. A citação começa com "Pai", a palavra Aba, que é mais parecido com a nossa palavra "Papai" do que "Pai". O relacionamento de Jesus com Deus não é quebrado até o fim. Ele se entrega nas mãos do mesmo Pai que ele serviu em vida.

FILÍSTIA, FILISTEUS


A Filístia era um pequeno país no sudoeste da Palestina. Ela se localizava na costa do Mar Mediterrâneo. Os filisteus eram pessoas que viviam nesta área antigamente. A bíblia fala dos filisteus muitas vezes porque eles viviam muito perto dos israelitas. Havia guerra entre os israelitas e os filisteus freqüentemente por causa de terra. Em alguns casos, Deus usou os filisteus para conquistar os israelitas como punição pela desobediência de Israel a Deus e por causa de adoração a ídolos.
OS FILISTEUS E ISRAEL
A primeira vez que os filisteus são mencionados na bíblia é em Gênesis 10:14, aonde é dito que os filisteus eram descendentes dos casluins (1Crônicas 1:12). Tanto Abraão como Isaque tiveram contato com os filisteus em Gerar em incidentes paralelos envolvendo suas esposas (Gênesis 20:2; 26). Nessas histórias, no entanto, os filisteus não estão na costa e sim em Gerar (Gênesis 26:33). Nas duas referências, o rei de Gerar tem o nome de Abimeleque, que era um nome comum em Israel. Depois que os israelitas conquistaram Canaã, os filisteus começaram a exercitar a superioridade sobre os eles. Eles eram um povo agressivo que gostava de guerra, e eles tinham armas melhores. Eles usavam o ferro, e eles controlavam completamente a manufatura do ferro naquela área. O seu controle sobre Israel os permitiu proibir os israelitas de fazerem armas de ferro. Isso forçou os israelitas a irem a Filistéia até mesmo quando eles precisavam afiar ferramentas (1 Samuel 13:19-22). Os israelitas eram tão mau armados que só Saul e Jonatás é que tinham uma espada ou uma lança (1 Samuel 13:22). Arqueólogos acharam instalações para fazer ferramentas de ferro em Asdod, Tell Qasile, Tell Jemmeh e Tel Mor.
Quando os israelitas começaram a adorar ídolos, Deus usou os filisteus para punir o seu povo escolhido. Sangar libertou Israel matando seiscentos filisteus com uma aguilhada de bois (Juízes 3:31). As histórias sobre Sansão, mostram que ele teve muitos encontros com os filisteus (Juízes 13:1-16). Essa história também demonstra que havia casamentos entre israelitas e filisteus,o que era contra a lei de Deus para os israelitas no Velho Testamento.
As guerras entre Israel e os filisteus pode ser achada em 1 Samuel. Os filisteus ganharam esse rounde e capturaram a arca da aliança (1 Samuel 4:17), que foi retornado depois de sete meses porque Deus mandou pragas em cima deles (1 Samuel 5:1-6:21). Mais adiante quando Samuel se tornou o líder de Israel, os filisteus começaram um ataque em Mizpá, mas Deus deu a vitória a Israel. Nesta ocasião, Samuel colocou uma pedra memorial e a chamou de Ebenézer, que significa "Até aqui nos ajudou o Senhor" (1 Samuel 7:12). Os filisteus não invadiram Israel de novo durante a vida de Samuel, e Israel pegou de volta cidades que tinham sido tomadas pelos filisteus (1 Samuel 7:14). A maior atividade dos filisteus em território israelita veio durante o reino do Rei Saul, o primeiro rei de Israel. Mais de oitenta referências aos filisteus são relacionadas a aquele período. Os filisteus estabeleceram postos avançados ou fortes em várias partes de Israel (1 Samuel 10:5; 1 Samuel 13:3). Jônatas derrotou os filisteus em Geba (1 Samuel 13:3). Essa vitória ajudou os israelitas a vencerem os filisteus em batalhas posteriores (Gênesis 14:1-5).
Outro confronto entre os filisteus e Israel aconteceu no Vale do Carvalho, aonde os filisteus desafiaram Israel a encontrar um adversário que fosse a altura de seu campeão, Golias, num combate de um a um (1 Samuel 17:1-11). O jovem pastor Davi, matou Golias com a ajuda de Deus. Davi se tornou um herói nacional, mas Saul ficou com inveja e Davi se tornou um homem procurado. Enquanto ele evitava o exército de Saul, os homens de Davi resgataram a cidade de Queila dos filisteus (1 Samuel 23:1-5). Eventualmente, Daví pediu ajuda de Áquis, que era o rei de Gate, que deu a cidade de Ziclague a Daví que usou ali como sua base enquanto ele fazia ataques a Neguebe (1 Samuel 27).
Quando os filisteus estavam se preparando para a guerra contra Israel, Áquis pediu a Daví que se juntasse às forças filistéias e Daví concordou. Os senhores dos filisteus votaram a favor dessa decisão por que eles tinham medo que Davi se virasse contra eles (1 Samuel 28-29). Nessa batalha, Saul e seus filhos foram mortos no monte Gilboa pelos filisteus (1 Samuel 31:1-7). Os filisteus cortaram a cabeça de Saul, colocaram a sua armadura no templo de Astarote em Bete-sã e penduraram o seu corpo na parede daquela cidade (1 Samuel 31:8-11).
Quando os filisteus viram que Davi tinha se tornado rei, eles tentaram destruí-lo. Davi os venceu de Geba a Gezer (2 Samuel 5:17-25). Ele quebrou completamente o poder dos filisteus, e apesar de eles tentarem fazer uma guerra contra Israel, eles não tiveram sucesso (2 Samuel 21:15-21).
Não há muita referências dos filisteus nos livros proféticos, apesar de haver um capítulo pequeno no livro de Jeremias sobre eles (Jeremias 47:2). Os filisteus se misturaram gradualmente à cultura cananita e desapareceram das páginas da bíblia e da história também. No entanto, o nome Palestina, é uma lembrança de sua presença na terra antigamente.

FARISEUS E SADUCEUS

FARISEUS E SADUCEUS
Os fariseus e os saduceus eram dois grupos religiosos que foram mencionados no Novo Testamento. Ele conheceram Jesus e as vezes tentavam enganá-lo fazendo perguntas difíceis.
Muitas pessoas hoje em dia que estudam a bíblia ainda não sabem tudo sobre os fariseus e os saduceus. Ninguém tem certeza de quando esses grupos começaram. Estudiosos não sabem bem ao certo tudo no que os fariseus e os saduceus criam. Apesar de ser impossível saber tudo sobre eles, quando nós olhamos o que a bíblia nos conta, nós podemos ter um melhor entendimento desses dois grupos e as principais diferenças entre eles.
OS FARISEUS
Os fariseus foram um grupo de líderes religiosos que viveram na Palestina durante o tempo da vida de Jesus e o começo da igreja cristã.
OS FARISEUS NO NOVO TESTAMENTO
Os fariseus são descritos nos evangelhos constantemente como os antagonistas de Jesus. Os fariseus representavam o que a maioria dos judeus acreditava no século um. Eles também não eram pessoas muito morais. Por causo disto, a maioria dos dicionários bíblicos descrevem os fariseus como pessoas gananciosas e hipócritas que só estavam interessados em cumprir os detalhes literais das leis de Deus. Da mesma maneira, muitos cristãos acreditam que o comportamento dos fariseus é uma representação do comportamento de todas as pessoas que seguem o judaísmo.
Há vários problemas com essa percepção comum dos fariseus. Em primeiro lugar, os evangelhos em si não descrevem os fariseus desta maneira. Em segundo lugar há outras escritas judaicas, como a Mishna e o Talmud, que são positivas e louváveis. Em terceiro lugar, ficou claro para os estudiosos, especialmente depois da descoberta dos rolos no Mar Morto, que antes de 70 A.C., os fariseus eram somente um grupo pequeno na sociedade, que era muito heterogenia. Independente de sua popularidade, nós não devemos pensar neles como uma boa representação do judaísmo em geral.
OS SADUCEUS
Assim como os fariseus, os saduceus eram um grupo judeu que é mencionado muitas vezes no Novo Testamento, mas não no Velho Testamento.
OS SADUCEUS NO NOVO TESTAMENTO
Uma grande diferença entre os fariseus e os saduceus começa a aparecer em Mateus 22:23-33 (compare Marcos 12:18-27 e Lucas 20:27-38). Os saduceus, que queriam envergonhar Jesus com suas perguntas, fizeram uma pergunta a Jesus que mostrava a sua dúvida a respeito da ressurreição dos mortos. Os saduceus são descritos neste contexto como pessoas que disseram que não existia ressurreição após a morte. Eles perguntaram a Jesus sobre uma mulher que tinha se casado com sete sucessivamente. "Esposa de quem ela vai ser na ressurreição?" eles perguntaram. Perguntando isso, os saduceus estavam sugerindo que a ressurreição não poderia ser verdade. Jesus respondeu essa pergunta falando que sua visão errada era causada por serem ignorantes a cerca das escrituras e do poder de Deus.
Quando lemos o Novo Testamento, nós temos uma boa idéia sobre as principais crenças dos saduceus, sua posição em Jerusalém e as diferenças entre eles e os fariseus. Josefus, o historiador judeu, escreveu que os saduceus, diferentemente dos fariseus, não acreditavam no poder soberano de Deus. Ao invés disso, eles acreditavam que tudo que acontecia com as pessoas era o resultado do bem e do mal que faziam. Os saduceus disseram, "A alma morre com o corpo".
A outra fonte principal de conhecimento sobre os saduceus é o Mishna, que é a coleção de ensinamentos dos rabinos. O saduceus opunham a muitos regulamentos detalhados que os fariseus queriam que as pessoas seguissem. O Mishna também mostra que os saduceus tinham uma tendência maior a se comprometer com o jeito dos gentios que os grupos religiosos judaicos.

EVANGÉLICOS

EVANGÉLICOS

SUMÁRIO
O termo em si significa simplesmente "o povo das Boas Novas" e é usado para definir um forte grupo de cristãos que acredita na Bíblia e enfatiza a necessidade de um relacionamento pessoal com Jesus Cristo.
Diz-se que a palavra começou a ser usada por Jesus, que "pregava as Boas Novas". Eram Boas Novas sobre um relacionamento com um Deus amoroso e perdoador. Essa era a mensagem que a igreja primitiva pregava durante o Império Romano. Ela nos chega através do inglês como "gospel", mas a palavra grega é "evangelion", o evangelho. Todos os que crêem nele e o transmitem são portanto chamados evangélicos.
O REAVIVAMENTO EVANGÉLICO
Historiadores falam de um reavivamento evangélico na Inglaterra em meados de 1700. Enquanto o Grande Despertamento estava agitando as colônias americanas, Whitefield e os Wesleys estavam inflamando a pátria-mãe também. Na Inglaterra, a teologia cristã estava se enveredando de um lado para um deísmo impessoal e do outro para um severo hiper-Calvinismo. Ir à igreja era mais um evento social do que um encontro espiritual. E na Inglaterra consciente de suas classes, igreja era para a camada mais alta.
Em seguida veio a pregação fervorosa de George Whitefield, que disseminou um avivamento entre os mineiros em Bristol. Quando partiu para as colônias, John Wesley ocupou o espaço com seu apurado senso de organização. Novos fiéis foram dividios em pequenos grupos para estudo bíblico e assumir responsabilidade. Logo o reavivamento se espalhava pela Inglaterra, com pessoas de todas as classes respondendo à mensagem do evangelho. As igrejas existentes não gostaram disso e novas igrejas foram formadas. Charles Wesley escreveu algumas centenas de hinos para uso desses cristãos na adoração.
Essa energia evangélica deu origem à Igreja Metodista, mas também revigorou muitos outros grupos cristãos e ministérios. No fim dos anos 1700 na Inglaterra, houve uma agitada atividade espiritual. Robert Raikes começou as Escolas Dominicais. Elizabeth Fry começou um ministério na prisão. William Carey iniciou as missões modernas. Um movimento para abolir a escravidão começou a ganhar força. Adicionalmente, alguns historiadores interpretam o Avivamento Evangélico como um fator que preveniu uma guerra de classes sangrenta tal como a que a França experimentou em 1789. O Avivamento Evangélico teria dados às classes pobres algo por que viver e motivado todas as classes a uma integração mútua.
FUNDAMENTALISMO
Depois daquele período excitante, o termo evangélico perdeu sua força por um tempo, até que começou a aflorar na América em torno de 1900. Houve reavivamentos periódicos na América nos anos 1800, mas nas últimas décadas daquele século surgiram forças que desafiaram a igreja. A Revolução Industrial estava transformando os fazendeiros ingleses numa força de trabalho urbana. Novas invenções estavam apresando o passo da vida. Cientistas estavam desmistificando a Bíblia, especialmente a estória da criação. Mesmo os teólogos estavam questionando antigos dogmas da igreja. Alguns pregadores estavam reduzindo o Cristianismo a uma reforma social, sugerindo que não importava no que se acreditava, se fosse mostrado amor pelos necessitados. Os melhores colégios da Inglaterra, muitos dos quais fundados por cristãos, agora ensinavam aos jovens que a Bíblia era somente um conjunto de mitos.
Várias vozes se levantaram contra essa posição doutrinária, mas a mais poderosa reação veio impressa. Em 1990 dois homens de negócio de Los Angeles fundaram a publicação "Os Fundamentais" - primeiro uma série de 9 artigos, depois um conjunto de doze livretos estabelecendo os "fundamentos da fé". A inspiração da Escritura, o nascimento virginal, a deidade de Cristo, a ressurreição - esses temas estavam entre as doutrinas pelas quais valia a pena lutar.
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ESPIRITO SANTO

ESPIRITO SANTO
O Espírito de Deus é Deus em ação dentro de nós, sobre nós ou em torno de nós. É Deus operando, fazendo coisas acontecerem no mundo. Não podemos ver o Espírito, mas podemos ver os resultados do seu poder. O Espírito de Deus estava presente quando o mundo foi criado. Deus enviou seu Espírito para fazer coisas poderosas entre seu povo, Israel. Mais tarde, Deus enviou seu Espirito quando Jesus viveu na terra e desde então o Espírito tem estado presente com os cristãos.
O ESPíRITO NO VELHO TESTAMENTO
A Bíblia usa a palavra "espírito" de três maneiras diferentes. É um vento de Deus, o sopro da vida e um espírito que enche uma pessoa com emoção forte e poder.
DESCRIÇÕES
No livro de Gênesis, foi o vento de Deus que fez com que as águas do Dilúvio parassem de subir (Gênesis 8:1). Este mesmo vento de Deus soprou gafanhotos por todo o Egito (Êxodo 10:13) e enviou codornizes para os israelitas comerem (Êxodo 14:21). Deus soprou vento de suas narinas para abrir as águas do Mar Vermelho de tal maneira que os israelitas pudessem atravessar em terra seca.
Em Gênesis 2:7, lemos que Deus criou o homem soprando Seu Espírito dentro dele. Os seres humanos só têm vida por causa do sopro da vida , ou espírito que está dentro deles. Através do seu Espírito, Deus é a fonte de toda a vida, tanto animal quanto humana.
No Velho Testamento o Espírito de Deus algumas vezes enchia as pessoas, fazendo com que elas dissessem ou fizessem coisas que normalmente não poderiam fazer, de modo a atender os propósitos de Deus. As pessoas cheias do Espírito passavam a ter grande responsabilidade por causa do Espírito que estava dentro delas. Líderes eram reconhecidos por causa do Espírito dentro deles. Em Juízes 3, O Espírito de Deus encheu um homem chamado Otniel. Ele se tornou juiz e foi capaz de vencer uma guerra e manter a paz em Israel durante quarenta anos. O Espírito de Deus também encheu outros juízes tais como Gideão e Jefté. Por causa do Espírito de Deus, eles foram capazes de conquistar seus inimigos. Algumas vezes, como no caso de Saul, Deus mandaria um espírito mau para preencher alguém a fim de que seus planos se cumprissem (I Samuel 16:14-16; Juízes 9:23; I Reis 22:19-23).
O ESPíRITO ATUANDO ENTRE OS PROFETAS
Os profetas no Velho Testamento tinham a tarefa de entregar mensagens do Espírito de Deus para o povo. Era importante para o povo saber a diferença entre um falso profeta e o verdadeiro profeta de Deus. O termo "Espírito Santo" é usado nos Salmos e em Isaías para separar o Espírito de Deus de qualquer outro espírito, tanto de homem quanto de Deus (Salmo 51:11; Isaías 63:10-11). Um falso profeta não tinha o Espírito Santo. Um profeta que tinha uma mensagem do Espírito Santo deveria ter o caráter de uma pessoa obediente a Deus. O povo poderia reconhecer o falso profeta pela avaliação de seu caráter bem como pela mensagem que ele entregava. Os profetas escreveram sobre o Espírito de duas maneiras significativas. O Espírito inspirava profecia que seria conhecida novamente no futuro, quando Jesus estivesse na terra. Os últimos profetas, como Ezequiel, Ageu e Zacarias, proclamaram que o Espírito era o inspirador da profecia. Isto significa que o Espírito lhes deu as palavras que proclamaram e registraram. O Espírito de Deus era responsável por tudo que os escritores da Bíblia registraram.
Os profetas também escreveram que Deus mostraria seu poder através do Espírito no futuro. Isaías profetizou que o Espírito viria outra vez para ungir um homem que traria salvação para todas as pessoas (Isaías 11:2; Isaías 42:1; Isaías 61:1). Ele estava falando de Jesus, o Messias. O Messias era o rei que os judeus estavam esperando. Através de Jesus, o Espírito teria liberdade sobre Israel (Ezequiel 39:29; Joel 2:28-29; Zacarias 12:10) como parte de uma nova aliança entre Deus e o homem (Jeremias 31:31-34; Ezequiel 36:26-27). A aliança era uma promessa de Deus de que mandaria seu Espírito para dirigir seu povo. Os israelitas haviam quebrado sua antiga aliança com Deus porque continuaram a desobedecê-lo. Sob a nova aliança, Deus prometeu perdoá-los.
Entre o tempo do Velho e do Novo Testamento, acreditava-se que o Espírito não estava mais presente em Israel. Durante aquele tempo a voz do Espírito não era mais ouvida através da voz dos profetas. Mas o Espírito foi conhecido de novo quando o Messias, Jesus Cristo, veio à terra.

ENCARNAÇÃO

ENCARNAÇÃO
A palavra "encarnação" significa literalmente "em carne". Teologicamente falando, a encarnação é a doutrina em que Deus, através de Jesus Cristo de Nazaré, se tornou Deus em forma de ser humano. A encarnação explica o mistério da identidade de Deus. A encarnação de Jesus é o centro do Cristianismo e também o centro de muitos debates tanto em tempos antigos quanto modernos.
TESTEMUNHO DO NOVO TESTAMENTO
OS LIVROS DE MATEUS, MARCOS E LUCAS
Em cada livro há uma imagem diferente de Deus. No livro de Marcos, que foi o primeiro a ser escrito, a encarnação não é discutida abertamente; este livro é mais focado em Jesus como ser humano. Como resultado disto, algumas pessoas presumiam que Marcos não acreditava na encarnação e também que os primeiros cristãos não acreditavam que Jesus era Deus. Mas, de fato, a divindade de Jesus é um aspecto muito importante no livro de Marcos, apesar de não ser muito ressaltado. Por exemplo, no batismo e na transfiguração de Cristo quando uma voz celestial o chamou de "Filho amado" (Marcos 1:11; 9:7). Demônios o chamam de Divino (Marcos 3:11; 5:7), assim como fez também um centurião romano (Marcos 15:39). As orações "Abba" de Jesus (Marcos 14:36; veja também Matheus 26:39; Lucas 22:42) nos mostra que ele chamava Deus de seu pai. Em seu julgamento ele foi acusado de reivindicar o título de "Filho do Deus Bendito" (Marcos 14:61-62).
A idéia de encarnação é claramente exposta nos livros de Matheus e Lucas. O livro de Matheus enfatiza que Jesus é o messias, o salvador prometido aos judeus. Ele também enfatiza o senhorio de Jesus (Matheus 23: 6-10). O evangelho de Lucas, por outro lado, se concentra em Jesus como o Redentor - o que salve toda raça humana, não só os judeus. A encarnação então é o meio em que o divino é feito humano (Lucas 1:23; 18:20; 24:14, 28:18-20). Dentre os três escritores dos evangelhos sinópticos (Mateus, Marcos e Lucas), Lucas é o que mostra interesse na vida terrena de Jesus. Ele retrata Jesus primeiramente como o Salvador divino que adentrou a história humana (Lucas 2:11, 4:16-30). Ele mostra que o Filho de Deus encarnado sofreu e foi exaltado para que os seres humanos fossem trazidos à Deus. AS ESCRITURAS DE JOÃO João escreve mais claramente sobre a doutrina de encarnação do que qualquer outro. No evangelho de João , nós aprendemos que Jesus não era só o Deus-homem, mas também o Verbo através do qual foi feito o mundo (João 1:1-18). Jesus e Deus Pai são um (João 10:29-30; 14:8-11; 1 João 2:23). Ele veio para revelar Deus ao seu povo (João 1:4-5, 14, 18). No entanto, João tem a apresentação mais balanceada sobre a Encarnação. Ele se "se fez carne" (João 1:14) para instruir seu povo (João 1:5,9) e gerar "vida eterna" no meio deles (João 3:14-18, 1 João 1-3; 4:9).
AS EPíSTOLAS DE PAULO
Nós vemos que todos os escritores do Novo Testamento tem um trabalho diferente a cumprir; Marcos - apresenta a pessoa de Jesus; Lucas - apresenta Jesus o Redentor ; e João - apresenta Jesus como Deus em carne. O apóstolo Paulo enfatiza que a encarnação foi um processo - o caminho de Jesus para o sofrimento e redenção. Em Gálatas 4:4-5, a encarnação ("nascido de mulher") veio na "plenitude dos tempos", para "resgatar os que estavam debaixo da lei". Em Filipenses 2:6-11, a encarnação é descrita como um processo em três partes: Jesus começa "na forma de Deus", é humilhado e obedece. O objetivo da encarnação era a Cruz, e seu resultado foi a exaltação de Cristo. A vida humana de Jesus foi um esvaziamento - ele não tomou posse de sua divindade, mas se esvaziou de si próprio.
HEBREUS
A carta aos Hebreus fala muito sobre a encarnação. Hebreus enfatiza a relação entre a encarnação e a necessidade dos seres humanos de ter um Salvador. O propósito da carta de Hebreus é mostrar que Jesus é maior que os sacrifícios do Velho Testamento e ao mesmo tempo enfatizar sua obra de salvação. A encarnação foi o caminho de Cristo para a expiação final e vitória sobre o pecado (Hebreus 7:28; 9:26).

FESTAS E FESTIVAIS DE ISRAEL

FESTAS E FESTIVAIS DE ISRAEL
Deus desejava que seu povo tivesse dias especiais em que o trabalho seria interrompido e o tempo gasto em se lembrar Dele. Então, deu-lhes feriados especiais. Na Bíblia, esses feriados são mencionados como "festas" ou "festivais". Isto não significava necessariamente que havia uma quantidade de comida ou que tinham uma grande festa, embora alguns desses feriados os incluíssem. Quase sempre o feriado tinha a função de ser uma lembrança especial do que Deus tinha feito para ajudar Israel no passado.
AS FESTAS E SUAS FUNÇÕES
Com exceção de celebrações particulares, tais como casamentos ou nascimentos, toda a nação de Israel participava das festas ou festivais. Frequentemente a festa comemorava um evento particular ou celebrava um importante ideal da nação. As pessoas conversavam sobre Deus e sobre o que Ele esperava de Seu povo e também aproveitavam aquela oportunidade para contar aos seus filhos o que Deus havia feito. As pessoas não tinham livros que pudessem ler, então as crianças ouviam estórias para aprender de Deus. Os feriados davam às pessoas a oportunidade de contar as grandes estórias da fidelidade de Deus por elas. As celebrações de Israel constantemente faziam-nas relembrar de seu relacionamento com Deus.
As festas do antigo Israel eram celebrações alegres. Usualmente suas festas comemoravam tempos específicos quando Deus os alcançou poderosamente para intervir por seu povo ou tempos em que cuidou deles durante grande dificuldade e perigo. Cada vez que a nação inteira celebrava junto dessa forma, eles se uniam espiritualmente e isto era uma grande fonte de força para a nação.
OS FESTIVAIS NO VELHO TESTAMENTO
FESTIVAIS HABITUAIS
O s israelitas tinham uma série de celebrações - o que pode parecer surpreendente quando se pensa quão duro o povo tinha que trabalhar para sobreviver. No entanto talvez essas celebrações fossem uma bem-vinda parada nesse trabalho.
Um casamento era uma das ocasiões mais óbvias para celebrar. Frequentemente uma cidade inteira era convidada (Gênesis 29:22). Algumas festas de casamento duravam uma semana (Juízes 14:17). O aniversário de uma pessoa era outra ocasião para celebração, frequentemente muito festiva, mais ainda se uma pessoa da realeza estivesse envolvida (Gênesis 40:20). Outras celebrações mencionadas na Bíblia incluem festas para os servos quando o rei assim o desejava (I Reis 3:15), um enorme festival quando Salomão dedicou o templo (I Reis 8:65), festas feitas por reis e rainhas para marcar certas ocasiões ou para mostrar benevolência aos outros (Ester 1:3; 2:18; 5:4, 14; 7:2,7; Daniel 5:1). Mesmo a tosquia da primeira ovelha era motivo para festa (Deuteronômio 18:4).
FESTIVAIS CELEBRADOS ANTES DO EXíLIO
Deus deu esses festivais a Israel e ordenou que fossem celebrados (Levítico 23:1-2). Eles se concentravam na pessoa de Deus. Tinham o propósito de lembrar o povo do que Deus fizera por eles no passado e a ajudá-los a saber que bênçãos contínuas e proteção de Deus dependiam de sua obediência à vontade Dele.
SÁBADO
Primeira na lista de celebrações encontradas em Levítico 23:1 é a ordem para que o povo observasse o Sábado. É o sétimo dia no qual Deus descansou do seu trabalho de criação (Gênesis 2:3). Entre os Dez Mandamentos de Moisés, o quarto é lembrar do Sábado "para o santificar" (Êxodo 20:8-11). Isso significava que o povo não devia trabalhar naquele dia. Lembrava-lhes que Deus descansou da criação (31:17) e que livrou seu povo da escravidão no Egito (Deuteronômio 5:12-15).

Aliança, Nova Aliança



Aliança é um acordo entre duas pessoas que se comprometem a fazer certas coisas em benefício mútuo. É um compromisso extremamente sério que requer confiança, fidelidade e lealdade. Quando cada pessoa envolvida cumpre sua parte, é abençoada com uma relação profunda e maravilhosa. Quando os acordos não são mantidos, as conseqüências são extremamente severas.
Alianças são um tema importante na Bíblia, tendo Deus feito com Noé a primeira aliança relatada nas Escrituras. Deus também fez alianças com Abraão, com o Rei Davi e os israelitas. Entretanto a mais importante de todas foi feita com todas as pessoas através da missão de Seu Filho, Jesus Cristo.
A aliança de Deus dá a cada pessoa a oportunidade de ter uma relação íntima com Ele, o que dá significado à nossa vida e nos proporciona diretrizes de conduta. Se aceitarmos Sua aliança, Ele nos abençoará aqui na terra e viveremos com Ele no céu eternamente.
DIFERENTES TIPOS DE ALIANÇAS
Uma aliança não é um relacionamento comum. É um compromisso de responsabilidade e ação assumido entre duas pessoas ou entre Deus e Seu povo. Na Escritura, as alianças proporcionam um quadro exato do relacionamento da espécie humana com Deus e uma boa maneira de entender esse relacionamento é entender as alianças entre pessoas.
ALIANÇAS HUMANAS
A aliança é um pacto de confiança, responsabilidades e benefícios que une duas pessoas. Isto se aplica tanto a amizades pessoais como a acordos internacionais de comércio. Há três formas diferentes de alianças interpessoais: entre amigos, consigo mesmo e políticas. ALIANÇAS ENTRE AMIGOS
A aliança entre Davi e Jônatas (I Samuel 18:3) não só selou para sempre aquela amizade, mas deixou claro que poderiam ser leais um com o outro independente das circunstâncias. O Rei Saul, pai de Jônatas, tinha ciúme de Davi e queria matá-lo. Por causa da aliança que fizeram, Jônatas salvou a vida de Davi aconselhando-o a correr e se esconder.
ALIANÇAS CONSIGO MESMO
É comum as pessoas tomarem resoluções no Ano Novo fazendo uma aliança consigo mesmas. Quando pecam, elas prometem que não farão aquilo de novo. Jó prometeu a si próprio agir de maneira mais divina (Jó 31:1). ALIANÇAS POLíTICAS
As alianças também podem ser feitas entre um governante e seu povo ou entre duas nações. Quando Davi se tornou rei de Israel, prometeu governar de maneira justa e de acordo com a lei de Deus. O povo prometeu submeter-se à autoridade de Davi. As alianças entre as nações no Velho Testamento eram semelhantes aos modernos tratados e acordos. O Rei Salomão fez um acordo comercial com Hiram, rei de Tiro (I Reis 5:12).
ALIANÇAS COM DEUS
À semelhança das alianças entre os homens, a aliança feita com Deus, além de ser mais séria e significativa, contém promessa e obrigações a serem cumpridas. As bênçãos de Deus são grandes e as consequências por não manter a aliança são mais duras.
AS ALIANÇAS NO VELHO TESTAMENTO
O Velho Testamento conta sobre o envolvimento de Deus na trajetória dos israelitas, com os quais fez alianças em diversos momentos cruciais da história, dirigindo-os e abençoando-os. Essas alianças mudavam quando o relacionamento do povo com Deus se modificava. Deus fez alianças com diversas pessoas, mas a idéia central implícita era que Ele queria estabelecer um relacionamento profundo com seu povo para que O glorificasse através de suas vidas. A primeira aliança que Deus fez foi com Adão e Eva no Jardim do Éden (Gênesis 3:3). A desobediência deles gerou enormes consequências. O povo foi separado de Deus pelo pecado e não era capaz de restabelecer o relacionamento por si próprio. Desse episódio em diante cada aliança feita resultava da graça de Deus pelo homem pecador.
As desobediências continuaram e Deus quis dar uma nova chance. Noé construiu uma arca e ocupou-a junto com sua família, escapando do dilúvio (Gênesis 9:11). O sinal dessa aliança foi o arco-íris. Gênesis 15 conta sobre a visita de Deus a Abrão, a quem prometeu fazer pai de uma grande nação (Gênesis 17:5) e conduzi-lo a terras maravilhosas (Gênesis 12:2). Apesar de algumas situações improváveis a olhos humanos, Abrão confiou em Deus, teve o seu nome mudado para Abraão, foi obediente a Deus a ponto de levar seu filho para ser sacrificado, atendendo a ordem de Deus. Foi recompensado pelo cumprimento da aliança com Deus que lhe deu milhares de descendentes. No Monte Sinai foi feita a aliança mais importante de Deus com o povo de Israel, através de Moisés. Ali o povo recebeu os Dez Mandamentos, diretrizes de vida que durariam por um longo tempo. Recebeu também uma lista mais extensa de leis registrada em Êxodo 21: 1-23, que lhes lembrava que estando num relacionamento com Deus deveriam ser íntegros e totalmente obedientes e fiéis. "Vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa"(Êxodo 19:6). Quando Davi se tornou rei de Israel, Deus fez nova aliança com o povo e prometeu que os descendentes de Davi seriam também reis (II Samuel 23:5), o que aconteceu até que Israel foi conquistada pela Babilônia. Mesmo assim a promessa se cumpriu, pois foi desse povo formado por exilados e escravos, que nasceu Jesus, Rei para toda a eternidade.
A NOVA ALIANÇA
A "nova aliança" se refere à obra redentora de Jesus Cristo através da sua morte e ressurreição, estendendo a graça de Deus incondicionalmente a todas as pessoas. Apesar da constante desobediência do povo, através dos profetas, Deus demonstrou sempre o desejo de restaurar o relacionamento proporcionando completo perdão para todos os pecados. O profeta Jeremias, que foi testemunha de um dos piores períodos da história de Israel, foi um dos que falou ao povo sobre essa nova aliança prometida por Deus. "Eis aí vêm dias, diz o Senhor, e firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá" (Jeremias 31:31).
A REALIZAÇÃO DA NOVA ALIANÇA
Jesus nasceu para tornar real essa nova aliança. Sua morte e ressurreição trouxeram mudanças radicais à aliança feita no Velho Testamento. Ela foi escrita não em tábuas, mas no coração das pessoas. A antiga aliança requeria o sacrifício de animais; na nova aliança, a morte de Jesus proporcionou o perfeito sacrifício para todos os pecados em todos os tempos.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

“Enoque andou com Deus” (Livro de Gênesis)

Meu filho, quero usufruir nossa amizade em todos os momentos de teu dia. Até ao se deitar Minha canção estará contigo. O teu sono será suave porque você irá aprender a compartilhar comigo durante o dia as tuas inquietações, aflições e preocupações. Você falará livremente o que se passa contigo, sem culpas, sem apreensões, sem ter nenhum medo ou receio de quaisquer repreensões.

O exercício de tua caminhada de vir a Mim, que sou manso e humilde de coração, será cada vez mais constante até que você aprenda ao invés de vir, entenderá que já está em Mim, levando Meu jugo que é suave e Meu fardo que é leve.

Andar comigo é andar comigo simplesmente. Uma liberdade tal que ninguém conseguirá discernir teu estado. Os julgamentos de outros não te atingirão e tão pouco não julgarás a ninguém. O segredo da liberdade está no fato de que Teus olhos estarão fitos em Mim e Tua ocupação será os Meus pensamentos e aos outros apenas o desejo de serví-los sem se envolver em suas vidas para ofuscar a liberdade deles.

Apresento-te a figura de uma criança correndo num campo florido sem se preocupar com perigos ou animais selvagens, descansada pela consciência plena de que seu pai a está vigiando e nada lhe suscederá de mal.

Estou velando por ti meu filho, como a galinha vela pelos seus pintinhos. Parece-lhe pobre este quadro. O que poderia lhe apresentar para contemplar se você não consegue ainda ver Meu caminho nas pequenas coisas da natureza, da existência humana e da riqueza do universo que criei?

O condicionamento de tua alma durante os anos de tua existência foi construído pelas experiências sem a consciência de Minha presença. Assim tua mente foi condicionada a pensar diferente, a andar diferente, a agir diferentemente da Liberdade perfeita que a somente a consciência plena de Minha presença proporciona.

De fato, teu ser será tão interligado à Vida na Minha presença que passará a experimentar um fluir natural de decisões, de agir, de movimentar-se, de pensamentos e palavras, nesta caminhada crescente e decrescente na limitação do tempo. É onde a Vida Eterna atropela o tempo como se este não existisse para ti e você passasse a viver eternamente sem ter vivido no tempo.

Tudo que os homens fazem por métodos, regras e fórmulas são expressões de seu esforço interior para Me seguirem. São obras da carne. Não falo assim como se estivesse zangado, irado ou estivesse condenando. Não fazem melhor porque não sabem. Meu apelo é o mesmo, porém: “Aprendei de Mim que sou humilde e manso de coração e encontrareis descanso para as vossas almas.”

O ser humano precisa de humildade, aprender a Verdade e de descanso. O corpo, a alma e o espírito precisam de descanso. Eu sou o descanso, e não simplesmente uma fonte de ensino para te instruir a descansar.

Os homens cada um escolhem seus caminhos, direta ou indiretamente. Cada um tem seu curso de escolha, consciente ou inconscientemente. Quanto a você, vem e segue-Me.

Os homens atropelam-se nas decisões que tomam e se embrenham na confusão das decisões de outros. Mas aquele que é guiado por Mim, O Espírito, passa por todas estas veredas sem atropelar as dos outros, não se atrasam pelas postergações de outros e nem cessam sua caminhada por conta disto, mas caminham livres, sem se confundirem, sem se prenderem e sem nem mesmo se embaraçarem nas coisas desta vida. Olham firmemente para Jesus, o Autor e Consumador de sua Fé. E a Fé é o Meu Espírito Santo.

Você não fará nenhum esforço para Me reconhecer em teus caminhos. Não vai precisar seguir regras para procurar o caminho que possa Me agradar. Não farás esforço algum mental como quem precisa pensar desesperadamente para decifrar o que quero. Para conhecer a Minha vontade. Ninguém que queira fazer a Minha vontade ardentemente deixará de conhecê-La. Ninguém que deseja andar em Meu caminho poderá errá-lo.

Falo ao Teu coração e Minha voz é inconfundível. As muitas vozes deste mundo em que você existe não poderão ofuscar a Minha voz. As vozes deste mundo, algumas, apressam-se para parecerem com Minha Voz.

Posso colocar Minha voz no canto dos pássaros. Posso colocar Minha voz no grito das gaivotas e dos macacos. Posso colocar Minha voz na voz rouca do profeta. Posso falar pelas árvores, pelos cervas que parem, pelos leões que rugem, pelo barulho silencioso das formigas andando sobre os gravetos das florestas. Mas Minha Voz é distinta e inconfundível.

Às vezes, filho, a tua corrida vai além das obras que preparei para Ti. Assim você deveria desascelerar e andar ao curso dos passos das vacas de leite e das mulheres grávidas.

Todo o que caminha e caminha para sempre comigo, carrega sua própria ferida, como resultado de suas lutas comigo e contra Mim. Existem pelejas que pelejamos juntos, outras um contra o outro, e Eu sempre venço porque Minha vitória é a Tua vitória. Eu sempre firo os Meus filhos e no teu quebrantar Tu Me vences. E se te firo, o firo para por em Ti a Minha marca, a marca da Minha Vitória que é de fato a Tua Vitória.

Se você Me ouvir poderá conduzir Meu povo, porque Meu povo somente é conduzido pela Minha Voz e por pastores feridos. E Me ouvirás e farás muitos discípulos porque aprendeu de Mim. E todos serão discípulos do Senhor. E todos serão ovelhas do Senhor.

“As minhas ovelhas ouvem a Minha voz; eu as conheço, e elas Me seguem. Minhas ovelhas ouvem a Minha voz e Me seguem” (Jo 10:27, NIV)

Na intimidade de nosso relacionamento você encontra as Palavras que falo e conhece a Vontade que tenho para Ti. E é alí que naturalmente revelo a Minha Vontade e te dou as Palavras que irá compartilhar. Não depende de teu preparo, mas de Mim que falo.

Não se apresse, filho, a andar quando não te encaminhei, nem a correr quando não tem novas para entregar. 

Porque estarei contigo por onde quer que fores. Portanto, não te apresses. A coluna de fogo e a nuvem se moviam, Meu povo se movia. Eu Me movia, o povo se movia. Hoje, filho, tu te moves e Eu me movo e Minha Glória está em ti e sobre ti onde quer que fores.

Lembras de Abraão, meu amigo. Lembres antes de Isaque. O mesmo pai que subiu com ele ao monte, foi o mesmo pai que desceu com ele do monte. O mesmo Pai do monte é o mesmo Pai dos vales.

No alto do monte está o Cordeiro que providenciei e proví. Você desceu do monte com vida, porque já havia te oferecido a mim e morrido antes que subiu ao monte. O Filho morreu, mas também Deus Pai ofereceu Seu sangue Eterno naquela Cruz.

No alto do monte, o filho oferecido naquele altar de madeira, de muita madeira que o filho carregou sobre si na subida do monte. Ele era meu filho, não dele. Ele prontamente o sacrificou. Antes de consumar o sacrifício bradei e ofereci o Cordeiro para ser oferecido no lugar de seu filho. Que dor muito mais amena oferecer o Cordeiro que o Pai lhe deu. Não era um cordeiro que ele tinha alimentado e cuidado e visto crescer que ele ofereceu! Mas o Cordeiro oferecido por mim.

Quando ofereci Meu Cordeiro, Meu Filho na cruz do Calvário não houve nenhum ser que se prontificou parar morrer em seu lugar. Nenhum animal poderia substituí-Lo. Nenhum anjo ou ser celestial poderia tomar o Seu lugar. Nenhum ser humano jamais ousaria.

Por amor aprendeu a obediência. O Amor sempre segue o caminho da obediência total.

Mas você não sabe que meu Filho não morreu quando bradou na Cruz? Meu Filho já tinha morrido quando no tempo aquietou seu coração com a decisão de fazer a Minha vontade, aquela que Ele não queria. Antes do tempo, Ele já tinha morrido quando no conselho da eternidade si ofereceu a Mim. Muito mais do que a Morte ou a Cruz terrível foi experimentar ser separado de Mim por um segundo! A eternidade é um segundo.

Eu também subi naquela Cruz. Foi Meu sangue eterno que ali foi oferecido.
Quando Meu Filho fez a Minha vontade no Jardim ali Eu garanti a Ele que subiria com Ele até o topo do monte, que iria com Ele até ao fim, que jamais seria o fim, porque não  há fim para nós.

O que para Jesus foi desamparo foi recompensado com os milhões e milhões de filhos que Ele trouxe a Vida, no Espírito. Discipulos e ovelhas, pelos quais, entregou Sua vida e a retomou três dias após ser sepultado, ressuscitando dos mortos.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

JERUSALÉM


INTRODUÇÃO

Jerusalém é uma cidade antiga na nação moderna de Israel. Ela é considerada sagrada por pessoas de muitas crenças, inclusive cristãos, judeus e muçulmanos. Conseqüentemente, a cidade é disputada a milhares de anos.
A HISTÓRIA CONQUISTA E PERíODO DE ASSENTAMENTO
Quando soube que Gideão havia feito um acordo com o exército judeu de Josué (Josué 9), Adoni-zedek, rei de Jerusalém, se juntou com os reis de Hebrom, Jarmuth, Lachish e Eglon e atacaram Gideão. Em resposta ao ataque, Josué dirigiu seu exército e não só venceu como também matou os cinco monarcas de Makkedah. Aparentemente a tribo de Judá tomou posse da cidade e a incendiou depois da vitória (Juizes 1:8). No entanto, os Jebuseus ficaram com o controle da cidade até a época de David.
A cidade também servia como uma espécie de fronteira separando as áreas herdadas pelas tribos de Judá e Benjamin.
O PRIMEIRO PERíODO DO TEMPLO

Salomão transformou Jerusalém em uma cidade muito importante. Uma de suas maiores realizações foi o primeiro templo. Levou sete anos para ser construído de abril/maio 966 (1 Reis 6:1) a outubro/novembro 959 (1 Reis 6:38).
A cidade foi completamente destruída pela Babilônia em 588BC. O fogo engoliu o templo e o palácio poderoso de Salomão; os muros da cidade foram destruídos. Os tesouros do templo foram levados e os residentes de Jerusalém expulsos.
O SEGUNDO PERíODO DO TEMPLO
Em 538 BC, após a queda da Babilônia, Ciro, rei da Pérsia, permitiu que alguns judeus retornassem a Jerusalém (2 Crônicas 36:22-23; Esdras 1:1-4; compare Isaias 44:28; 45:1). Um número pequeno de judeus retornou com Sheshbazzar, um príncipe de Judá (Esdras 1:8-11) e Zorababel (Esdras 2;2). Em 515 BC, abriram-se as portas de um novo templo, e novamente houve a Páscoa em Jerusalem (6:15-18).
Esdras veio a Jerusalém no sétimo ano de Ataxérxes (Esdras 7:7) provavelmente por volta do ano de 458 BC. Novamente, um pequeno número de judeus sentiu a necessidade de enfrentar a dura jornada de volta a Jerusalém.
Por volta de 445 BC, Neemias ouviu falar sobre as dificuldades enfrentadas pelos judeus que retornaram a Jerusalém (Neemias 1:3-4), ele largou seu trabalho de copeiro do rei e foi a Jerusalém. Com a sua liderança e exemplo, o povo reconstruiu os muros de da cidade em 52 dias (Neemias 1:3-4).
O PERíODO ROMANO
No ano de 40 AC, com a ajuda dos Parthians, os Antigonus atacaram e tomaram posse de Jerusalém forçando assim o seu governador, Herodes, a fugir durante a noite. Ele foi a Roma, aonde o senado Romano o fez "rei dos judeus" ( compare Mateus 2:1). Este foi o começo do abominável governo de Herodes, que reinou em Jerusalém por 33 anos.
Herodes transformou um forte velho da cidade numa estrutura muito maior e o chamou de Antonia em homenagem à Marco Antonio, governador Romano. Ele reconstruiu o templo em 20 BC, mas não ficou pronto até 64 AC , apenas seis anos antes de Titus destruí-lo (veja João 2:20). A história de Jerusalem continua até os dias de hoje, porém desde a época de Jesus sua história tem sido marcada com lutas constantes pelo seu controle. Nesta cidade, mais do que em qualquer outra, vemos os resultados de conflitos religiosos contínuos.

JEREMIAS

JEREMIAS

Deus chamou uma pessoa comum para uma tarefa extraordinária. Jeremias é mais conhecido pelo seu papel de profeta. Ele avisou o reino do sul de Judá sobre o seu destino pendente. Ele amava o povo de Deus e odiava vê-los recusando a misericórdia de Deus. No entanto, o povo de Judá evitava Jeremias e maltratava o mensageiro de Deus. Eles não gostavam dele interferindo em suas vidas. Eles continuavam ignorando seus avisos até que a Babilônia finalmente os destruiu e os mantiveram cativos. Nós lembramos de Jeremias como o "profeta chorão" - alguém que sofria quando o povo de desobedecia a Deus.
Ao invés de ficar ressentido com a maneira que o povo de Judá o tratou, Jeremias lamentou o destino de Judá. Jeremias escreveu o livro de Jeremias e Lamentações no Velho Testamento.
OS ANTECEDENTES DE JEREMIAS
Ele era o profeta para Judá antes de sua queda em 586 BC. Jeremias nasceu no vilarejo de Anathoth. O nome de seu pai era Hilkiah, e ele pertencia à tribo de Benjamin. O seu chamado veio no décimo terceiro ano do Rei Josias (640-609 BC). Jeremias nasceu mais por volta do ano de 657 BC, durante o reinado do terrível rei Manassés. Nessa época o grande Asurbanipal, que havia sacudido o mundo quando saqueou a cidade antiga de Tebes em 663BC, comandava um império mundial de Assíria.
Deus informou a Jeremias que ele havia o consagrado e apontado antes mesmo dele nascer (Jeremias 1:4-5). A primeira reação de Jeremias foi se encolher com um sentimento de medo e insuficiência:"Ah! Senhor Deus! Eis que não sei falar, porque não passo de uma criança!" (1:6). Deus não permitiria que Jeremias arrumasse um pretexto. Ele foi assegurado que lhe seria dado palavras para falar e orientação para seu caminho (1:7). Foi prometido a ele proteção (1:18) e livramento (1:8) apesar da oposição (1:19). Deus tocou sua boca como sinal de inspiração divina de suas palavras e deu um sinal com um galho de uma amendoeira significando que o Senhor esta observando. O terceiro sinal foi uma panela ao fogo que se inclinava para o norte, retratando a fonte e a fúria de um desastre iminente. Assim, o tom do ministério da vida de Jeremias seria: julgamento, desastre, perigo, derrota, morte iminente para a nação. Que trabalho! Nós podemos não ganhar um concurso de popularidade por tentar abrir os olhos das pessoas para as verdades de Deus. Porém, temos que permanecer fiéis apesar disso. Apesar de no geral a mensagem de Deus para o mundo ser amor e salvação, e não condenação, ele leva o pecado a sério - especialmente entre seu povo. Ao falarmos sobre as verdades de Deus, temos que tomar cuidado para não encobrir o pecado. Ás vezes temos que fazer o papel de Jeremias, independente da recepção não muito calorosa.
MINISTÉRIO PREMATURO
As mensagens que Jeremias deu nos primeiros cinco anos de ministério pode ter sido instrumento no grande avivamento de 622 BC. Durante o reinado do Rei Josias, Jeremias falou sem medo de perseguição que mais tarde viria a contecer no seu ministério.
Pouco tempo depois de Jeremias começar o seu ministério, muitos eventos aconteceram e mudaram o mundo. Ashurbanipal morreu, e o império Assírio entrou em declínio rapidamente. Nabopolassar começou seu reinado, que duraria vinte e um anos na Babilônia, liderando uma expansão que só terminaria quando seu filho Nabucodonosor, veio a conquistar o mundo que conhecemos. Conforme chegavam as notícias do mundo, Jeremias se virava mais em direção a Jerusalém. Nabopolassar sentia-se pronto para atacar o território da Assíria em 616 BC, mas ele foi cauteloso, pois Psamtik (Psammeti-chus) do Egito parecia pronto em ajudar a Assíria.

Calendários Antigos e Modernos

  Calendário é uma ferramenta de controle do tempo. Sua importância vem de longa data. Eles ajudam os agricultores a saberem quando chega a próxima estação. Também auxiliam a lembrar da ocorrência dos fatos. No passado, por exemplo, havia várias maneiras de decidir o início de um ano. Diferentes maneiras de decidir quão longo ele seria; diferentes modos de organizar os dias em semanas e meses. Houve muitas mudanças nos calendários antes de tomarem a forma que conhecemos hoje.

DIAS, HORAS, MINUTOS
É fácil saber quando um dia acabou - a escuridão se segue à luz do dia e um outro dia se faz. Assim, os primeiros povos devem ter controlado o tempo simplesmente marcando a passagem dos dias.
Até onde sabemos, os primeiros a dividirem um dia em horas e minutos foram os sumérios, que viveram no Oriente Médio. E também usaram o termo "dia" para se referir ao período da luz do dia, assim como nós.
Os povos antigos mediam a passagem do tempo durante o dia usando um mostrador de sol. Uma história na Bíblia conta como o Rei Acaz usava o movimento da luz do sol sobre degraus para medir o tempo (II Reis 20:9; Isaías 38:8). Naturalmente, mostradores de sol não ofereciam uma maneira exata de medir o tempo como os relógios o fazem.
Diferentes povos antigamente fizeram escolhas diferentes sobre o início de um dia. Uma maneira pela qual Deus mostra que nos ama e quer cuidar de nós é nos dando um mundo organizado para vivermos.
A INFLUÊNCIA DA ASTRONOMIA
Os povos antigos não sabiam como o sistema solar funcionava, mas eram bons observadores das mudanças que aconteciam na natureza e usaram suas observações para desenvolver seus calendários.
Observaram que um dia era o tempo em que a terra faz um giro completo uma vez, passando por um ciclo de luz e um ciclo de escuridão.
Concluíram que um mês é um período baseado no tempo que a lua circunda completamente a terra, cerca de 29 dias e meio, levando-se em conta a sua forma.
Perceberam que um ano é o tempo que a terra leva para dar a volta completa ao redor do sol, o que leva cerca de 365 dias. Observavam as mudanças das estações, o que era muito importante para saberem quando fazer suas plantações.
Para entender porque as estações acontecem, devemos lembrar que a terra gira em torno de seu eixo imaginário que se inclina em relação ao sol, fazendo com que a distância da terra ao sol seja diferente e imprima características climáticas distintas em cada posição.
O CALENDÁRIO JUDEU
Dos povos antigos, talvez nenhum foi mais interessado no seu calendário do que os judeus, que o usavam para controlar seus inúmeros dias santos.
Um fato interessante é que contam os anos desde o tempo em que Deus criou o mundo. Assim o ano 1 judeu aconteceu 3.760 anos antes do ano1 do nosso calendário atual, conhecido como calendário romano.
MESES E SEUS NOMES
O calendário judeu tem doze meses, como o romano. Mas há diferenças entre eles. Os meses não se chamam Janeiro, Fevereiro, etc.. Eles têm nomes adaptados do antigo calendário babilônico e são maiores do que os meses do calendário romano.
A Bíblia contém nome de sete meses que os judeus usam até hoje, que são: 1. Kislev (Neemias 1:1; Zacarias 7:1) 2. Tebeth (Ester 2:16) 3. Shebat (Zacarias 1:7) 4. Adar (Ester 3:7; Ester 8:12) 5. Nisan (Neemias 2:1; Ester 3:7) 6. Sivan (Ester 8:9) 7. Elul (Neemias 6:15)
A Bíblia também menciona quatro nomes antigos que não estão mais em uso e que se relacionavam com agricultura ou plantas:
1. Abib (Êxodo 13:4) 2. Ziv (1 Reis 6:1, 37) 3. Ethanim (1 Reis 8:2) 4. Bul (1 Reis 6:38) Os meses judeus começam com a "lua nova", noite em que no ciclo lunar a lua não está visível no céu. Considerando que a lua nova ocorre a cada 29,5 dias, o ano tinha 354 dias. Não se sabe como os judeus fizeram para ajustar os 11 dias restantes. Mais tarde adicionaram um mês extra (chamado Veadar) sete vezes num período de 19 anos para que seus meses pudessem acompanhar os anos.
Muito importante de se ressaltar é que os meses tinham significados religiosos que marcavam importantes eventos em sua história. Consideravam sagrado o início de cada mês. Para eles, "a lua se levantará para a nação deles e o sol para o Messias" (Malaquias 4;2).
Assim como a lua reflete a luz do sol, era esperado que Israel refletisse a luz do Messias para o mundo. Essa é uma idéia que se aplica aos cristãos também. Podemos nos considerar "luas" que refletem a luz de Jesus para todos ao nosso redor.
Durante o período de 400 anos entre o fim do Velho Testamento e o início do Novo Testamento, alguns líderes tentaram fazer com que Israel mudasse seu calendário, que passou a ter doze meses de trinta dias cada, o último com cinco dias extras adicionados. Esse calendário era mais preciso, embora o antigo ainda continue a ser aceito por eles.
REFERÊNCIAS A DIAS ESPECIAIS
Os antigos judeus não se referiam às datas como fazemos hoje (por exemplo, 21 de agosto). Em vez disso, se queriam se referir a um dia especial contariam quando o evento relevante aconteceu , tal como o ano em que determinado rei começou a reinar. Essa é forma que freqüentemente encontramos no Velho Testamento. Os escritores do Novo testamento mantiveram essa prática. Algumas vezes também relacionavam os dias a algum evento do mundo romano (Lucas 1:5; João 12:1; Atos 18:12).
Somente mais tarde, quando a reforma do calendário de Júlio César começou a ser amplamente aceita, começaram a se referir aos dias de uma maneira mais universal.
FESTAS JUDAICAS
Deus é o inventor da celebração e da adoração. Logo não é motivo de surpresa que desejasse que seu povo aproveitasse as festas. De fato, os judeus celebravam sete festas e festivais cada ano. Esses feriados são marcas espirituais importantes no calendário dos judeus.
1. Páscoa e a Festa dos Pães Asmos. A Páscoa ocorre no 14º de Nisan e a Festa dos Pães Asmos ocorre durante a semana seguinte. O propóstio da combinação dessas festas é relembrar o livramento dos antigos hebreus do Egito (Êxodo 12:15).
2. Pentecostes (Festa das Semanas). Ocorre 50 dias após a Páscoa. É um tempo de alegria que originalmente marcou a colheita do trigo em Israel (Levítico 23:15-17).
3. Rosh Hashanah (Ano Novo Judaico). Ocorre no primeiro dia do mês Tishri. De acordo com os rabinos, este foi o dia em que Deus criou o mundo (mas a Bíblia não confirma isto).
4. Yom Kippur (Dia de Expiação). O décimo dia do mês Tishri não é para celebração, mas é solene e santo. A Bíblia dá regras complexas sobre o que os judeus poderiam fazer nesse dia (Levítico 16).
5. Succoth (Festa dos Tabernáculos). Dura uma semana, indo do 15º ao 22º dia de Tishri. É o tempo dos judeus se lembrarem do cuidado de Deus para com seu povo durante os quarenta anos no deserto (Levítico 23:39-43). Originalmente, também celebravam a colheita do outono.
6. Hanukkah (Festa da Dedicação). Esta celebração também dura uma semana, começando no 25º dia do mês Kislev. Não é mencionada no Velho Testamento porque celebra um evento ocorrido depois que o Velho Testamento foi escrito. Cerca de 150 anos antes de Cristo, os judeus conduzidos por Judas Macabeus foram vitoriosos sobre os sírios liderados por Antioco Epifânio. Hanukkah lembra aquela vitória.
7. Purim. No 14º e 15º dias do mês Adar, os judeus celebram o festival que se reporta ao livro de Ester. Lá lemos como Deus livrou os judeus da destruição quando Mordecai e Ester frustraram o plano de Hamã (Ester 9).
Esse conjunto de festas não deve ser o mesmo que celebramos, mas têm os mesmos propósitos dos nossos feriados religiosos - permitir às pessoas interromperem suas rotinas e lembrarem-se de Deus. Assim como festejamos a Páscoa, o Natal e outros dias especiais, renovamos nossa fé no Senhor de todos os tempos, passado, presente e futuro.
Assim como um relógio marca a passagem de minutos e horas, um calendário marca a passagem de unidades maiores de tempo - dias, semanas, meses, anos e mesmo séculos. Um calendário tem várias funções. Naturalmente é importante para manter controle dos eventos na história. Também regula as atividades humanas diárias tais como negócios, governo, agricultura e práticas religiosas. O calendário que usamos representa uma interação entre um conhecimento crescente do sistema solar e a tradição histórica e religiosa. Para os cristãos, o calendário pode nos lembrar da necessidade de "contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio" (Salmo 90:12).
Pr Elmar Magalhães Santos

JESUS, Os ensinamentos


Jesus foi o maior professor que já viveu. No entanto ele era muito mais que isso. Como Filho de Deus, os seus ensinamentos eram a verdade. Sua missão era instruir aos outros como conhecer a Deus. Sua mensagem principal era que Deus queria nos amar e nos conhecer. Ele ensinava enquanto andava com os seus seguidores. Ele ensinou de um barco, de um monte, de uma casa e do templo. Ele ensinava em sermões, mas ele preferia usar uma história ou uma parábola.
Muitas pessoas têm perguntas sobre o que que Jesus falou sobre vários tópicos. O que que ele ensinou sobre Deus? O que ele pensava de si próprio? O que que ele queria dizer quando ele falou do reino? Qual era o significado de sua morte? O que que ele falou do Espírito Santo? Como ele descreveu os seres humanos e suas necessidades? E a igreja cristã? Ele ensinou alguma coisa sobre o fim do mundo? Quais eram as principais características de seus ensinamentos morais?
OS ENSINAMENTOS SOBRE DEUS
Qualquer um que chega aos ensinamentos de Jesus depois de ter lido o Velho Testamento, percebe de cara que os ensinamentos sobre Deus são paralelos. Jesus ensinou que Deus é o Criador que se preocupa com a sua criação e cuida dela desde as menores criaturas como o pardal (Mateus 10:29). Não a um suporte nos ensinamentos de Jesus para a visão que diz que Deus não se importa com o mundo que ele criou. Jesus nos lembra que ele é um Deus de detalhes - intimamente preocupado com a nossa vida.
Um dos títulos mais característicos que Jesus usou para Deus foi Pai. Isso não era novidade, pois essa idéia ocorre no Velho Testamento, aonde Deus é visto como o Pai de seu povo. Esse tipo de paternidade era nacional ao invés de pessoal. No período entre o Velho Testamento e o Novo Testamento, os judeus consideravam Deus tão santo que ele foi removido do contato imediato com os compromissos humanos. Na verdade, eles acreditavam que tinha que haver um mediador entre Deus e o povo. Essa noção exaltada de Deus contradizia a idéia de Deus como um Pai pessoal e amoroso. É por causa disso que os ensinamentos de Jesus quanto à paternidade pessoal é tão única. Há alguma evidência nos ensinamentos judaicos dizendo para orar a Deus como "Nosso Pai". No entanto, o que distingui Jesus de seus contemporâneos é que a paternidade de Deus era o centro de seus ensinamentos.
A relação pai e filho é particularmente vívida no evangelho de João, aonde Jesus como o Filho é visto como tendo uma comunhão íntima com o Deus Pai. Isso aparece fortemente na oração de Jesus em João 17 e nas afirmações freqüentes que o Pai tinha mandado o Filho e que o Filho estava cumprindo a vontade do Pai. È esse forte relacionamento entre Deus e Jesus em termos de Pai e Filho que fez Jesus ensinar as pessoas a se aproximarem de Deus da mesma maneira.
ENSINAMENTOS SOBRE Sí PRÓPRIO
O que Jesus falou de sí próprio é de muita importância, pois foi isso que a igreja primitiva veio a ensinar sobre ele. Jesus usou alguns títulos para se descrever ou os aceitava quando os outros os usavam.
FILHO DO HOMEM
O título mais usado é Filho do Homem. Algumas vezes ele relacionava isso diretamente na sua ministração pública, como por exemplo quando ele disse que o Filho do Homem era o Senhor do sábado (Marcos 2:28), ou que o Filho do Homem tinha o poder de perdoar os pecados (2:10). Às vezes os dizeres lidavam com o seu sofrimento, como quando Jesus falou que o Filho do Homem tinha que sofrer várias coisas (8:31; note que Mateus 16:21 usa "ele" ao invés de "Filho do Homem"). Em outros trechos a referência é para uma aparição futura, como quando ele disse ao sumo sacerdote que ele veria o Filho do Homem assentado a destra de Deus vindo sobre as nuvens do céu (Marcos 14:62). O que que Jesus quis dizer com o título, e porque que ele usou? A razão mais provável é porque ele queria evitar o termo Messias, que já carregava muitas implicações políticas.
MESSIAS
O termo "Messias" ou "Cristo", não pertencem estritamente aos ensinamentos de Jesus, já que ele mesmo nunca usou. No entanto, ele aceitou esse título quando foi usado por Pedro.
Ele também não negou ser o Messias quando respondeu ao sumo sacerdote que perguntou se ele era o Messias. No evangelho de João, André diz a Pedro que havia achado o Messias (João 1:41); a mulher em Samaria também conversa com Jesus e ele revela que ele é o Messias (4:25-26). Havia uma expectativa comum entre os judeus que o libertador viria para derrubar os seus inimigos políticos, os romanos. Havia várias idéias sobre a sua origem (um líder militar ou um guerreiro celestial) e seus métodos.
FILHO DE DEUS
O título "Filho de Deus" ocorre principalmente no evangelho de João. Tanto Marcos como João consideravam Jesus assim (compare Marcos 1:1 e João 20:30-31). Há algumas passagens aonde o Messias é ligado ao Filho de Deus e que Jesus não rejeita nenhum dos títulos (compare a Mateus 16:16). Mas nos ensinamentos de Jesus, uma passagem faz ficar muito clara a relação especial que Jesus tinha com Deus como Filho (Mateus 11:27; veja também Lucas 10:22). Muitas passagens parecidas no evangelho de João, no entanto, são mais explicitas. O Filho é inquestionavelmente pré-existente - já vivia antes do tempo começar. Jesus sabe que ele veio do Pai e retornaria ao Pai. Jesus se considerava divino - ele era inteiramente Deus. No entanto, João retrata Jesus mais claramente também na sua natureza terrena - ele também era inteiramente humano. Jesus não explicou em nenhuma parte de seus ensinamentos como que Deus poderia se tornar homem, mas ele assumiu isso como um fato. Como Filho de Deus, ele ensinou com a autoridade de Deus.
ENSINAMENTOS SOBRE O REINO DE DEUS
Ninguém pode ler os evangelhos sinópticos sem notar que o "reino de Deus" (ou dos céus) aparece freqüentemente. Muitas das parábolas de Jesus são especificamente chamadas de parábolas do reino. O conceito de Jesus sobre o reino era uma idéia básica do evangelho cristão. A idéia principal é o reinado de Deus sobre as pessoas ao invés de um reino físico que pertence a Deus. Em outras palavras, a ênfase está no reinado ativo de Deus como Rei. O reino de Deus consiste do relacionamento entre os membros e o Rei. Também significa que o reino não será expresso em termos institucionais.
O REINADO PRESENTE
Em Lucas 17:20-21 fica claro que o reino era um tema de interesse comum, aonde os fariseus perguntaram a Jesus quando viria. Eles estavam esperando que o Messias estabelecesse um derrubamento político dos romanos. Sua resposta, que estava "entre eles", é claramente uma idéia presente. Espíritos imundos também foram exorcizados como evidência que o reinado havia chegado (Mateus 12:28; Lucas 11:20). Além disso, Jesus menciona que o reino havia sido vigorosamente avançado (Mateus 11:12), mas não por métodos revolucionários. Ainda, alguma coisa dinâmica já estava acontecendo. Essa idéia de poder dinâmico é um dos traços mais característicos do reino. Jesus falou em amarrar os homens fortes e armados (Lucas 11:21-22), o que mostra que no seu ministério ele esperava dar uma demonstração poderosa contra as forças das trevas.
É evidente que o reino que Jesus proclamava, presente ou futuro, era um reino aonde Deus era supremo. O reino era parte de seu ministério, onde Deus estava trazendo a libertação espiritual para o seu povo. Além disso, os ensinamentos de Jesus sobre o reino é uma parte da mensagem total. Nenhuma parte dessa mensagem pode ser separada de qualquer outra parte sem que o resto seja distorcido.
O REINO FUTURO
As parábolas têm os ensinamentos mais claros no aspecto futuro do reino (Mateus 13). Jesus falou do uso futuro da imagem retirada da literatura judaica. Ele relaciona nuvens, glória e anjos com a vinda do Filho do Homem (Marcos 13:26-27). Mateus fala de um som de trombeta, outro traço familiar (Mateus 24:31). Vários traços das parábolas do reino nos dá a mais clara idéia da natureza do reino. A condição de membro do reino não é considerada universal. Os membros do reino são aqueles que escutam e entendem a palavra do reino (Mateus 13:23). Apesar de todas as nossas diferenças raciais, culturais e de gênero só existem dois tipos de pessoas no mundo: as que são salvas e as que não são. Cada pessoa responde individualmente a oferta de salvação oferecida por Jesus para que seja parte do reino.
Há uma ênfase na parábola sobre o crescimento da semente de mostarda, aonde um pequeno começo cresce para se tornar uma grande coisa.
OS ENSINAMENTOS SOBRE A SUA PRÓPRIA MORTE
O anunciamento do reino deve ser ligado à abordagem de Jesus a sua própria morte. Será que Jesus via a sua morte como uma parte chave de sua missão? Alguns acreditam que ele terminou a vida desiludido com algum tipo de desejo de morte. No entanto, sua morte não foi um desvio de sua missão. Isso era inteiramente a sua missão.
Jesus sabia que os detalhes de sua vida eram a realização das escrituras (compare a Mateus 26:24; 56; Marcos 9:12; Lucas 18:31; 24:25-27, 44-45). O sofrimento de Jesus é o assunto da profecia do Velho Testamento. Ele conhecia as previsões do Velho Testamento e reconhecia que elas só poderiam se realizar através de seu próprio sofrimento.
Evidentemente que Jesus via a sua morte como um sacrifício. Na última ceia, o cálice é ligado ao sangue da nova aliança, que é conhecida como sendo para a "remissão dos pecados" (Mateus 26:26-28). Nenhuma explicação é dada sobre a maneira em que a morte que estava próxima, simbolizada pelo pão partido e pelo vinho servido, traria o perdão dos pecados. Mas a igreja primitiva entendeu que Cristo morreu pelos nossos pecados (compare a 1 Coríntios 15:3). A idéia da nova aliança é paralela a Velha aliança, que de acordo com Êxodo 24, foi selada com o sangue de um sacrifício. Jesus tinha isso em mente quando ele falou da nova aliança. Também era parecido com a idéia expressada em Jeremias 31, que se refere a uma aliança escrita no coração ao invés de numa pedra. Na oração de Jesus em João 17, ao encarar a cruz, ele declara que ele terminou a obra que o Pai deu a ele (17:4). Isso é reenforçado quando ele fala, já na cruz "está consumado", que só João menciona (19:30). Esse senso de missão cumprida da um ar de triunfo para o que de outra maneira, poderia ser visto como um desastre. Jesus não foi assassinado. Ele deu a sua vida como um sacrifício pelos nossos pecados. Apesar dos homens terem colocado ele numa cruz superficialmente, o amor dele por todo o povo de Deus é o que o manteu ali até o fim.
OS ENSINAMENTOS SOBRE O ESPíRITO SANTO
Em vários dos eventos principais na vida de Jesus, os escritores dos evangelhos notam a atividade do Espírito Santo. Por exemplo, o nascimento virgem, o batismo de Jesus e a sua tentação mencionam o Espírito. A maioria dos ensinamentos vem dos evangelhos de João. Quando Jesus começou a pregar o seu ministério em Nazaré, de acordo com Lucas, ele leu o depoimento em Isaías 61:1-2 sobre o Espírito de Deus e aplicou a ele. Ele viu o Espírito marcando o começo de seu ministério. Ele foi acusado de expulsar demônios como Belzebu, príncipe dos demônios. No entanto, ele estava realmente expulsando espíritos imundos pelo Espírito de Deus (Mateus 12:28). Ele era, além disso, sensível a seriedade de blasfemar contra o Espírito, que ele implica que os seus acusadores estavam perigando fazer. Criticar o seu ministério era criticar o mover do Espírito.
Enquanto avisava os seus discípulos que eles encontrariam com a oposição, Jesus os assegurou que o Espírito os apoiaria quando eles fossem forçados a encontrar com reis e governadores (Mateus 10:19-20; Marcos 13:11). De fato, ele falou que o Espírito continuaria a falar através deles muito tempo depois que Jesus tivesse retornado ao céu. Lucas registra a promessa de Jesus que Deus daria o Espírito Santo para aqueles que pedissem (Lucas 11:13), como um pai dá bons presentes para os seus filhos. Nós geralmente pedimos a Deus por paz, propósito ou proteção. No entanto, Deus considera o Espírito Santo o melhor presente que ele pode dar a seus filhos. Em uma outra ocasião, Jesus reconheceu que Davi havia escrito o Salmo 110 (Marcos 12:36) com a influência do Espírito. Como resultado desse e de outros exemplos, sabemos que a bíblia não é um livro comum escrito por homens. De fato, o Espírito Santo inspirou as escrituras.
SALVAÇÃO
O evangelho de João nos dá um desenvolvimento mais detalhado de o que Jesus ensinou sobre o Espírito. Os ensinamentos do Espírito são geralmente ligados aos ensinamentos de Jesus sobre dar a vida eterna a aqueles que acreditassem nele e o recebessem. Quando ele falou com Nicodemos sobre o novo nascimento e a vida eterna, Jesus também falou do Espírito (João 3:3-8, 15-16). Quando ele falou da água da vida para a mulher samaritana, ele também falou do Espírito (4:14, 23-24). Por toda a escritura, Jesus declara a várias pessoas que ele poderia lhes dar a vida eterna se eles acreditassem nele. Ele prometeu a água da vida, o pão da vida e a luz da vida, mas eles só receberiam a vida eterna quando viesse o Espírito depois de sua ressurreição.
Jesus disse "É o Espírito que dá a vida eterna" (João 6:63). Quando o Espírito se tornasse disponível, eles poderiam ter vida. Uma vez que Jesus havia sido glorificado através de sua ressurreição, o Espírito de Jesus glorificado estaria disponível a todos aqueles que cressem.
A SEGUNDA VINDA
Ele falou para os discípulos que o Filho do Homem viria com os seus anjos na glória de seu Pai (Mateus 16:27). Ele descreve o Filho do Homem vindo em nuvens com poder e glória (Marcos 13:26). Jesus descreve vários sinais que precederia a sua segunda vinda. Ele falou de guerras, conflitos, terremotos, fome e distúrbios nos céus. O evangelho seria primeiramente pregado a todas as nações. Ao mesmo tempo falsos "Cristos" surgiriam. Jesus deu vários detalhes de seu retorno para encorajar os seus discípulos a encararem a perseguição. Os discípulos teriam que vigiar, pois a vinda aconteceria inesperadamente como um ladrão na noite. Jesus disse que nem ele mesmo sabia quando isso aconteceria (Marcos 13:32).
RESSURREIÇÃO
Um outro tema importante afetando o futuro é enfatizado nos ensinamentos de Cristo sobre a ressurreição. Os saduceus não acreditavam na ressurreição do corpo. Eles tentaram enganar Jesus com uma pergunta sobre uma mulher que havia se casado sete vezes. Eles queriam saber esposa de qual dos sete maridos ela seria depois da ressurreição (Marcos 12:18-27). Jesus apontou que não haveria casamento quando os mortos ressurgissem. A idéia dos saduceus sobre a ressurreição estava claramente errada. Os ensinamentos de Jesus seriam como os anjos. Não há dúvida sobre a ressurreição dos mortos, apesar de não nos ser dada informações específicas sobre o corpo resurreto.
JULGAMENTO
Jesus contou uma história sobre um homem rico e um homem pobre que morreram (Lucas 16:19-31). Na vida após a morte, o homem rico gritava no tormento, enquanto o homem pobre curtia o estado de benção. A distinção entre os dois homens nos dá uma dica do julgamento, apesar de não nos ser falado como essa distinção é feita. Em outros lugares de seus ensinamentos, Jesus disse que o requisito vital é a fé. A conversa entre Jesus e o ladrão que estava morrendo na cruz ao seu lado, sugere que o ladrão arrependido foi salvo (Lucas 23:42-43).
O tema de recompensa e punição é visto em muitas passagens. Em Mateus 16:27, Jesus diz que o Filho do Homem recompensará todos de acordo com o que ele(a) fez. Aqueles que são inúteis serão punidos nas trevas (25:30). Mais adiante, Jesus fala de um dia de julgamento, no qual homens e mulheres prestarão contas até mesmo de suas palavras descuidadas (12:36-37). Entre todas as afirmações solenes de Jesus estão aquelas aonde ele fala do inferno. Seus ensinamentos sobre punição eterna para injustos (Mateus 25:41,46) são o oposto para a vida eterna prometida para os justos. Ele disse que seus discípulos teriam um lugar preparado para eles no céu (João 14:2), e ele também falou de um Livro da Vida aonde o nome de todos aqueles que crêem está escrito (Lucas 10:20).Pr Elmar Magalhães santos

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Visão dos figos bons e dos figos ruins


Visão dos figos bons e dos figos ruins

Introdução

Vs 1 - Em 597 aC, Joaquim foi levado cativo para a babilonia e zedequias se tornou rei.
Os oficiais reais eram frequentemente exilados para evitar de exercer poder e dar início a rebeliao.
Os abilidosos artesaos foram levados porque eram importantes para o programa de construçao de
Babilonia - Jeremis predisse este fato em 22:24-28. 24 Vivo eu, diz o Senhor, que, ainda que Jeconias, filho de Jeoaquim, rei de Judá,
fosse o selo do anel da minha mão direita, eu dali te arrancaria.
Vs. 25 E te entregarei na mão dos que buscam a tua vida, e na mão daqueles diante de quem tu
temes, a saber, na mão de Nabucodonosor, rei de Babilônia, e na mão dos caldeus.
Vs 26 E lançar-te-ei a ti e à tua mãe, que te deu à luz, para uma terra estranha,
em que não nasceste; e ali morrereis.
Vs 27 Mas à terra, para a qual eles levantam a sua alma, para ali tornarem, a ela não tornarão.
Vs 28 É, pois, este homem
Jeconias um vil utensílio quebrado ou um utensílio de que ninguém se agrada? Por que razão foram arremessados fora, ele e a sua geração, e arrojados para
uma terra que não conhecem?
Vs 29 Ó terra, terra, terra! Ouve a palavra do Senhor!
Os juizes de Deus são sempre restauradores e não apenas retributivos.
Os figos nesta visão representavam qualidades morais e espirituais que tornam uma pessoa aceitavel ou
não perante o Senhor.
Os figos bons são uteis para propositos espirituais, mas os figos ruin representam individuos apostatas e
reprobos,aqueles que são reprovados nos testes espirituais e morais.
Sabemos que o ataque e o exilio tiveram por proposito purificar o povo.
Deus aprimorou a condicão do povo de juda por meio de seus sofrimentos,daniel e ezequiel estiveram entre
os cativos e se tornaram profetas no exilio., a idolatria foi completamente aniquilada, o povo de juda
assumiu um carater mais separado mais adequado ao povo que guardava a legislação mosaica.

24:6 Os olhos oniscientes a providencia e a graça comunicaram coisas boas,para cuidar deles na fornalha
da aflição, de modo que eles não se perderam,mas foram aprimorados moral e espiritualmente.

24:8 Como se regeitam os figos ruins… assim tratarei a Zedequias.
Em contraste com os figos bons haviam também os figos ruins,ou seja os judeos que não tinham ido para o
cativeiro ou tinha fugido para o egito,estes não havia sido nem transformados nem purificados.
A antiga natureza pagã ou a idolatria…entre estes estava Z edequias homem que se tornou reiquando
jeconias foi deportado junto com o remanescente…os textos, tomados em conjunto regeitam tanto Conias
quanto Zedequias como dignos de serem reis. Portanto a linhagem real fora cortada ate a chegada do
messias. Profetizou Jeremias 23:5.

24:9 - Severo julgamento foi proferido contra os figos ruins.Enquanto apodeciam emitiriam mau cheiro,
internacionalmente falando…um povo ridicularidado entre as nações terminariam pior que o remanescente
que fora levado a babilonia, sofrendo perseguiçoes e desgraca por não terem sido purificados.

24:10. O pequeno número de sobreviventes em Jerusalem não teria paz nem permanencia.A mataça de
judeus prosseguia,a espada continuava a agir,haveria novos exilio para terras estrangeiras incluindo o
egito isso porque coisa alguma mudou em jerusalem.entre os poucos que permaneceram vivos,nenhuma
liçao foi apendida,a idolatria não foi abandonada,não houve movimento algum de volta as escrituras.
Não pode haver estabilidade nem prosperidade onde não há verdadeiro temor a Deus.

Pr Elmar Magalhaes Santos - Culto da Família Igreja Batista Kairós