sexta-feira, 20 de abril de 2012

Perseveraça

"... Orar sempre e nunca esmorecer" Lucas 18:1



"Vai ter com a formiga" Provérbios 6:6



Tamerlane costumava contar aos amigos uma estória de sua mocidade:



Certa vez, para escapar de inimigos, fui forçado a me esconder nas ruínas de um edifício, e passei ali sentado muitas horas.

Desejando distrair a mente da triste situação em que me achava, fique olhando uma formiga que subia por uma parede, carregando um grão de trigo maior do que ela;

Contei todas as suas tentativas para alcançar o objetivo.

O grãozinho caiu sessenta e nove vezes, mas o inseto perseverou, e, ao completar setenta vezes, alcançou o topo.

Aquela cena me deu coragem no momento, e nunca esqueci a lição.

(The King's Business)



A oração que toma como razão para desânimo o fato de orações passadas não ter sido respondida, já deixou de ser a oração da fé.



Para a oração da fé, a ausência de resposta é apenas evidência de que o momento da resposta está muito mais perto.



De princípio o fim, as lições e os exemplos do Senhor nos ensinam:



A oração que não persevera, não insiste no pedido e não se renova mais e mais, tomando forças de cada petição anterior, não é a oração que prevalece



(William Arthur)





Certa vez o grande músico Rubenstein disse: "Se passo um dia sem praticar, eu noto a diferença; se passo dois dias, meus amigos notam a diferença; se passo três dias, o público nota a diferença."



É como se costuma dizer:



a perfeição vem da prática. Assim, pois, continuemos crendo, continuemos orando, continuemos a fazer a Sua vontade.



Em qualquer ramo da arte, por exemplo, se alguém deixar de praticar, sabemos qual será o resultado.



Se apenas usássemos em nossa vida religiosa o mesmo tipo de sendo comum que usamos em nosso viver diário, caminharíamos para a perfeição.



Este era o modo de Davi Livingstone:



"Eu resolvi nunca parar sem ter chegado ao fim e cumprido o meu propósito"



Com firme persistência, e confiante em Deus, ele venceu.

Adversidade

"Não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus," II Corintios 3.5


Não havia no povoado pior ofício do que "porteiro do prostíbulo".

Mas outra coisa poderia fazer aquele homem?


O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.


Um dia, entrou como gerente do prostíbulo um jovem cheio de idéias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento.


Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções. Ao porteiro disse:

A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.

Eu adoraria fazer isso, senhor - balbuciou - mas eu não sei ler nem escrever!!

Ah! Quanto eu o sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.

Mas Senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida inteira, não sei fazer outra coisa.

Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo para fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.

Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora.

O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer?

Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho.

Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego.

Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.

Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa.

Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra. E assim o fez.

No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:

Venho para perguntar se você tem um martelo para me emprestar.

Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar. Já que fiquei sem emprego ...

Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.

Se é assim, está bom.
Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:

Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?

- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está a dois dias mula de viagem.

Façamos um trato - disse o vizinho. Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?

Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias. Aceitou. Voltou a montar na sua mula e viajou.

No seu regresso, outro vizinho o esperava na Porta de sua casa.

Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo. Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras. Que lhe parece?

O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora.

E nosso amigo guardou as palavras que escutara: "não disponho de tempo para viajar para fazer compras".

Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas.

Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido.

De fato, poderia economizar algum tempo em viagens.

A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam encomendas.

Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes.

Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado.

Todos estavam contentes e compravam dele. Já não viajava, os fabricantes enviavam-lhe seus pedidos.

 Ele era um bom cliente. Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, do que gastar dias em viagens.
 Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos.
 E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc..
 E após foram os pregos e os parafusos.

Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas.

Um dia decidiu doar uma escola ao povoado.

 Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício.

 No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse:

É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do Livro de Atas desta nova
escola.

A honra seria minha - disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o Livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.

O senhor?!?! - disse o prefeito sem acreditar. O senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto:
O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever?

Isso eu posso responder - disse o homem com calma. Se eu soubesse ler e escrever ... ainda seria o porteiro do prostíbulo!!!!!

Geralmente as mudanças são vistas como adversidades.

As adversidades podem ser bênçãos.

As crises estão cheias de oportunidades.

Autor Desconhecido

Mensagem Postada no Grupo em 11/05/2007 e 18/05/2010

Colaboração de Vários Amigos de Deus (em nenhum veio o nome do Autor)

Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas e se não encontrar a janela, vá até o telhado quem sabe
não tenha uma porta no telhado, Deus faz coisas loucas para confundir as sabias.

"E, não podendo aproximar-se dele, por causa da multidão, descobriram o telhado onde estava, e, fazendo um buraco, baixaram o leito em que jazia o
paralítico." Marcos 2.4

Mudança de atitude

"Mas os que esperam no SENHOR renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão." Isaías 40.31



Alguma vez você já pensou aonde vão às águias quando a tormenta vem?



Onde é que elas se escondem?



ELAS NÃO SE ESCONDEM



Abrem suas asas que podem voar a uma velocidade de até 90 km/h, e enfrentam a tormenta.



Elas sabem que as nuvens escuras, a tempestade e os choques elétricos podem ter uma extensão de 30 a 50m, mas lá em cima brilha o sol.

Nessa luta terrível podem perder penas, podem se ferir, mas não temem e seguem em frente.



Depois, enquanto todo mundo fica às escuras embaixo, elas voam vitoriosas e em paz, lá em cima.

Finalmente, as águias também morrem, mas alguma vez você achou por aí um cadáver de águia?



De galinha talvez, de cachorro ou de pombo, quem sabe até de um bicho de mato nessas extensas estradas de reserva ecológica, mas cadáver de águia você não encontra. Sabe por quê?



Porque quando elas sentem que chegou a hora de partir, não se lamentam nem ficam com medo.

Procuram com seus olhos o pico mais alto, tiram as últimas forças de seu cansado corpo e voam aos picos inatingíveis e aí esperam resignadamente o momento final.



Até para morrer elas são extraordinárias.



Talvez por isso o profeta Isaías compara os que confiam no Senhor com águias.

Quem sabe hoje você tem diante de si um dia cheio de desafios.



Alguns deles podem parecer impossíveis de ser vencidos, mas lembre-se:



Descanse no Senhor, passe o tempo com Ele e depois parta para a luta, sabendo que depois daquela tormenta brilha o sol.

"Mas os que esperam no Senhor, renovam as suas forças".

 

a Borboleta Dourada

K.Myllah,


"Estou sem lugar seguro para passar a noite". Uma brisa leve e delicada que não chegava a mover folhas perpassou troncos centenários soprou sobre uma borboleta dourada que esvoejava solitária naqueles cercanias.



Olhou-a sôfrego e num momento transformou-a num castelo imenso e brilhante com muitos aposentos, com centenas de guardas, com fulgurantes luzes e confortáveis leitos.







Mas a dança muito rapida da borboleta, aquele vôo em todas direções fazia tremer o castelo utópico, distante e cada vez que a voadora pousava ruia de todo o castelo ilusório. Euponer estava amendrotado.



É um beijo na flor do campo aqui, uma pousada rápida na verdolenga folha a que a nada reclamava, o sugar do mel de outra flor que celebrava a vida.



Moviam-se galhos das árvores ao empurrão do vento, folhas se curvavam à força do sopro, mas todas ficavam no mesmo lugar. A borboleta dourada tinha os endereços de todas as flores e sabia onde se encontravam todas as folhas. O pastor acompanhava entre absorto e atento os movimentos imprecisos e a valsinha jovial e saltitante dançada pela borboleta.



- Ela pode ajudar, mas é tão pequena para me socorrer. E só uma borboleta, sem ferrão, sem garras, sem veneno.




“Mas se eu, pastor, falasse a língua dela, com certeza ouviria a minha história, voaria bem alto, divisaria a estrada de onde me desgarrei e esvoaçando e vigiando - há camaleões matreiros e pássaros espertinhos no caminho - me conduziria de volta. Tão frágeis asas apontar-me-iam o local exato bem seguro, o teto, o fogo, os companheiros.”



- Não me conduziu à estrada, mas pousou em meu coração e falou-me com amor fraterno por mim desconhecido:



- Pastor de Deus, nós temos um mesmo Pai. A nós borboletas o Senhor Deus não nos agraciou com o Espírito dos céus, mas deu a todas seis asas como as dos serafins do Reino de Deus. Vocês são do Espírito, nós voamos como os anjos do Senhor.



 - Mas você, pastor, nem tem reparado, porque os pastores não visitam e engrandecem as perenes obras de Deus - há borboletas multicoloridas cujo cromatismo é nosso apanágio. Douradas, rubras, pretinhas, pretonas, de um azul solene, cor do arrebol, branquinhas de morrer - os arco-íris dos céus até porfiam para que ensinemos a eles como nascer já formosa, e a cada dia ficar mais linda.



- Pastor, nós temos o mesmo Pai. Que sempre cuida de nós. O irmão está sem o que disse o presbítero Pedro quando escreveu sua carta:







"Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade porque Ele tem cuidado de vós". (1 Pe. 5:7).



-Eu mesma que estou muito descansada e toda minha família que esvoaça por ai afirmamos: meu Pai, que é teu Pai, já providenciou para mim milhões e milhões de leitos, de camas bem macias e jeitosas. Você está com medo das árvores pacíficas, das noites tranquilas, das folhas indefesas. Pois todas essas folhas, que são milhões de milhões - e nem cito as flores que são milhares de milhares - são refúgios seguros para eu passar a noite.



Não é verdade que você não tem abrigo para agasalhar-se à noite.



-Já sabia o Senhor que os pastores nada iriam fazer para nos dar gasalhado. Então separou todas as folhas e bosques do mundo para nossa casinha e cama e hospital. Tudo pela Graça.



O pastor protestante nem sabia que camaleão, verde-amarelo ou marrom-azulado - bem poderia destruir a borboleta dourada. O sapo babento era da mesma escola. Mas um assunto o encantou muitíssimo: uma fala eterna trazida por uma criaturinha sem valor.



"Temos um lugar para passar a noite". (Gn. 24:25).








Rebeca, de Aram - fala. Vem Eliezer com camelos trazendo tarefa que tinha sido dada por Abraão: encontrar esposa para Isaque, filho da promessa. É em meio à jornada que a noiva afirma: "Temos lugar para passar a noite. Temos pasto”.



"A noite vem quando ninguém pode trabalhar" (Jo. 9:4) insiste o Noivo eterno.



É o pastor protestante preocupado com a igreja que busca um teto para passar a noite, porque levantam-se nestes dias as hostes espirituais da maldade, e já aparecem no mundo.



Mas com a Igreja do Senhor desguarnecida, são muitos os pontos vulneráveis nos quais a serpente pode atacar outra vez. E fome, e perseguição, e nudez, e espada - que virão por certo - aconselham a Igreja a comprar "ouro refinado pelo fogo" e "vestiduras para cobrir a vergonha de sua nudez" (Ap. 3:18).



A borboleta dourada de Deus dispunha, mercê do Senhor, de esconderijos milhares.



“Até o pardal encontrou casa e a andorinha ninho para si e para os seus filhotes, junto aos teus altares, ó Senhor dos Exércitos, Rei meu e Deus meu.” (SI. 84:3).



Enquanto a alta cultura humana se debruça nos laboratórios e nos centros das investigações eruditas e a tecnologia de que Daniel, o profeta (Dn. 12:4) falou, exibe conquistas científicas fantásticas que ontem eram delírios utópicos - resta-nos só este caminho: a Eternidade. Não é seguir o caminho que leva à Eternidade.



Até porque podemos dele nos tresmalhar.



Mas, chegados a Deus, menos perdidos nas densas e inóspitas florestas da religião, da justiça própria, das empresas religiosas, das denominações protestantes, atravessemos hoje o Jordão, com ou sem milagres - mas aqui garantidos: "Eu te tomo pela mão direita. Eu te ajudo" (Is. 41:16).



Eu te ajudo.



Eu te ajudo.



Eu te ajudo, diz o Senhor.



“Porque eu, o Senhor, teu Deus, sou eu quem te sustento pela mão direita, e te digo: Não temas, Eu te ajudo” (RVP)



E "O Senhor te guiará continuamente" (Is. 58:11). Coisa nunca de pastor protestante. Realidade bendita para as borboletas de asas amarelas nascidas das mãos de Deus.

o momento é agora

"E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura." Marcos 16:15

"Eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação" II Coríntios 6.2

Uma pobre costureira estava muito triste porque, apesar de ser uma cristã, jamais havia levado qualquer pessoa à presença de Cristo.

Propôs, então, em seu coração, falar ao leiteiro, na manhã seguinte, sobre o amor do Senhor e da salvação.

Antes mesmo do romper do dia ela se encontrava à porta, aguardando a chegada daquele que diariamente trazia o leite, bem cedo, para sua casa.

Assim que o leiteiro chegou ela o cumprimentou e perguntou:

"Você conhece o Salvador, Jesus Cristo?"

Colocando seus baldes no chão, ele respondeu:

"Cara senhora, por que me fala sobre isso exatamente agora? Faz dois dias que não consigo dormir e sinto um grande peso sobre minha vida. Eu não sou um cristão e sinto-me completamente envolto em escuridão. Se a senhora sabe como posso encontrar a luz e a paz para minha vida, por favor me diga."

Ela lhe contou seu testemunho e como havia entregue sua vida ao Senhor.

Perguntou-lhe se desejava se tornar um cristão naquele momento e, ao ouvir o sim do leiteiro, orou por ele que retornou ao trabalho com um largo sorriso no rosto.

Muitas pessoas, hoje, estão vivendo da mesma forma que aquele leiteiro.

Guardam mágoas interiores, não conseguem libertar-se de rancores antigos, arrastam-se em desesperança e não conseguem perceber os raios de luz do amor de Deus, derramados para que todos vivam em perfeita alegria e felicidade.

E qual o nosso papel, como cristãos, diante de tais pessoas?

 Iluminar-lhes o caminho através de um testemunho fiel e verdadeiro.

Contar-lhes o quão maravilhoso é andar na presença de Deus e desfrutar de Suas bênçãos sem medida.

E o momento para agir desse modo não é amanhã ou na próxima semana.

 O mundo está precisando do Senhor e não podemos deixar para depois.

O tempo é agora... já!

Talvez estejamos na igreja há muitos anos e não percebemos que o "ide e pregai o Evangelho" jamais fez parte de nossa vida cristã.

Que tal começar a falar de Cristo àqueles que estão próximos de você?

Já pensou nisso?

A flor e a borboleta

"Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os desejos do teu coração." Salmos 37.4



Certa vez, um homem pediu a DEUS uma flor e uma borboleta.



Mas Deus lhe deu um cacto e uma lagarta.



O homem ficou triste, pois não entendeu o porquê do seu pedido vir errado.



Daí pensou:



-Também com tanta gente para atender.



E resolveu não questionar.



Passado algum tempo, o foi verificar o pedido que deixara esquecido.



Para sua surpresa, do espinho feio do cacto havia nascido a mais belas das flores.



E a horrível lagarta transformara-se em uma belíssima borboleta



Reconheceu que DEUS sempre age certo



O seu caminho é o melhor, mesmo que aos nossos olhos pareça estar dando errado.



Se você pediu a Deus uma coisa e recebeu outra confie e tenha certeza que Ele sempre dá o que você precisa no momento certo



Nem sempre dá o que você deseja, mas o que você precisa.



"O espinho de hoje, poderá ser à flor de amanhã".

O Semeador

"Porque, assim como a chuva e a neve descem dos céus e para lá não tornam, mas regam a terra, e a fazem produzir e brotar, para que dê semente ao semeador, e pão ao que come, assim será a palavra que sair da minha boca: ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei." Isaías 55.10,11

Um homem morava numa cidade grande e trabalhava numa fábrica.

Todos os dias ele pegava o ônibus das 6h15 e viajava cinqüenta minutos até o trabalho... à tardinha fazia a mesma coisa, voltando para a casa.

No ponto seguinte ao que homem subia, entrava uma velhinha, que procurava sempre sentar na janela.
 
Abria a bolsa tirava um pacotinho e passava a viagem toda jogando alguma coisa para fora do ônibus.
 
Um dia, o homem reparou na cena.

Ficou curioso.
  
No dia seguinte, a mesma coisa.
 
Certa vez o homem sentou-se ao lado da velhinha e não resistiu:

- Bom dia, desculpe a curiosidade, mas o que a senhora esta jogando pela janela?

- Bom dia, respondeu a velhinha com um sorriso. Jogo sementes...

- Sementes?... Sementes de quê?

- De flores. É que eu viajo neste ônibus todos os dias. Olho para fora e a estrada é tão vazia. E gostaria de poder viajar vendo flores coloridas por todo o caminho. Imagine como seria bom.

- Mas a senhora não vê que as sementes caem no asfalto, são esmagadas pelos pneus dos carros, devoradas pelos passarinhos. A senhora acha que essas flores vão nascer aí, na beira da estrada?

- Acho, meu filho. Mesmo que muitas sejam perdidas, algumas certamente acabam caindo na terra e com o tempo vão brotar.

- Mesmo assim, demoram para crescer, precisam de água...

- Ah, eu faço minha parte. Sempre há dias de chuva. Além disso, apesar da demora, se eu não jogar as sementes, as flores nunca vão nascer .

Dizendo isso, a velhinha virou-se para a janela aberta e recomeçou seu "trabalho".

O homem desceu logo adiante, achando que a velhinha já estava meio "caduca".

O tempo passou. Um dia, no mesmo ônibus, sentado à janela, o homem levou um susto.
 

Olhou para fora e viu margaridas na beira da estrada, hortênsias azuis, rosas, cravos, dálias.
 
A paisagem estava colorida, perfumada, linda.
 

O homem lembrou-se da velhinha, procurou-a no ônibus e, nada!
 
Acabou perguntando para o cobrador, que conhecia todo mundo.

- A velhinha das sementes?

- Pois é, ela morreu no mês passado.

O homem voltou para o seu lugar e continuou olhando a paisagem florida pela janela, e sentiu uma lágrima correr pelo rosto, e um sorriso desabrochar em sua face...

"Quem diria, as flores brotaram mesmo.  Mas, pensando bem, de que adiantou o trabalho da velhinha? A coitada morreu, e não pode ver esta beleza toda que ela fora responsável".

Nesse instante, o homem escutou atrás de si, uma gostosa risada de criança.

Uma garotinha apontava pela janela entusiasmada.

- Olha mamãe, que lindo, quantas flores pela estrada! Como se chamam aquelas azuis? e as branquinhas?

Então, o homem entendeu o que a velhinha tinha feito.

Mesmo não estando ali para contemplar as flores que tinha plantado, a velhinha devia estar feliz.

Afinal, ela tinha dado um presente maravilhoso para as pessoas.
 
No dia seguinte, o homem entrou no ônibus, sentou-se numa janela e, com um sorriso nos lábios, tirou um pacotinho do bolso, e começou a lançar semente pela janela.
 
 Que tal, jogar sementinhas pela janela?

Com certeza deixaremos algum caminho melhor para quem vier depois de nós!

"O semeador semeia a palavra" Marcos 4:14

Semear

"Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos." Salmos 126.6

Thomas Johannes Bach, estudante de Engenharia, caminhava por uma rua de Copenhague certo dia, quando um juvenil se aproximou dele com um folheto na mão.

- Aceita este folhetinho? - perguntou o menino. - Ele tem uma mensagem para o senhor.

Olhando para o folheto, Thomas viu que era religioso. Não estava interessado e não gostou de ter sido parado na rua por causa de um folheto.

- Por que você incomoda as pessoas com a sua religião? - quis saber ele. - Sou perfeitamente capaz de tomar conta de mim mesmo.

Como o rapazinho continuasse com a mão estendida, Thomas pegou o folheto de modo grosseiro, rasgou-o e colocou-o no bolso.

O garoto virou-se e foi embora muito triste. Mas Thomas não conseguiu tirar os olhos do menino.

Dirigindo-se ao vão de uma porta, o juvenil curvou a cabeça e orou silenciosamente.

Thomas observava e percebeu que lágrimas corriam pela face do menino.

O coração de Thomas foi tocado.

Ali estava alguém que se importara tanto com sua alma, a ponto de oferecer-lhe um folheto, e ele o havia rejeitado.

A partir daquele momento, a vida de Thomas tomou um rumo diferente.

Em vez de tornar-se engenheiro, tornou-se missionário na América do Sul.

Alguns, lendo acerca do método que o juvenil usou para testemunhar, podem acusá-lo de "impor" sua religião aos outros - e talvez ele o estivesse fazendo.

 Alguns podem concluir que as lágrimas dele provinham de sentimentos feridos, e não de preocupação pela alma de Thomas - e podem estar certos!

Mas outros ainda podem ver nas lágrimas do rapazinho um interesse genuíno pelas almas, como se estivesse clamando:

"Passou a sega, findou o verão, e nós não estamos salvos" (Jeremias 8.20) - e talvez estejam certos! Por que não dar ao garoto o benefício da dúvida?

Testemunhar por Cristo deve ser feito de modo cativante e inofensivo; as lágrimas derramadas devem provir de preocupação pelas almas e não de sentimentos feridos.

Mas quem pode contestar o fato de que o Espírito Santo usou o testemunho do menino para ganhar uma alma para Cristo?

Estamos nós fazendo a mesma coisa por Ele?

Não posso deixar de crer que no grande dia da colheita, no fim do mundo, aquele rapazinho virá com regozijo, trazendo seu "feixe" de almas

As duas vizinhas

"Melhor é ser humilde de espírito com os mansos, do que repartir o despojo com os soberbos." Provérbios 16.19



Havia duas vizinhas que viviam em pé de guerra. Não podiam se encontrar na rua que era briga na certa.



Depois de um tempo, dona Maria descobriu o verdadeiro valor da amizade e resolveu que iria fazer as pazes com dona Clotilde.


Ao se encontrarem na rua, muito humildemente, disse dona Maria:



-Minha querida Clotilde. Já estamos nessa desavença há anos e sem nenhum motivo aparente. Estou propondo para você que façamos as pazes e vivamos como duas boas e velhas amigas.



Dona Clotilde, na hora, estranhou a atitude da velha rival e disse que iria pensar no caso. Pelo caminho foi matutando:



-Essa dona Maria não me engana: está querendo me aprontar alguma coisa e eu não vou deixar barato. Vou mandar-lhe um presente para ver sua reação.



Chegando a casa, preparou uma bela cesta de presentes, cobrindo-a com um lindo papel, mas encheu-a de esterco de vaca.


"Eu adoraria ver a cara da dona Maria ao receber esse 'maravilhoso' presente. Vamos ver se ela vai gostar dessa".



Mandou a empregada levar o presente à casa da rival, com um bilhete:



"Aceito sua proposta de paz e, para selarmos nosso compromisso, envio-te esse lindo presente".



Dona Maria estranhou o presente, mas não se exaltou.



"Que ela está propondo com isso? Não estamos fazendo as pazes? Bem, deixa pra lá.".



Alguns dias depois, dona Clotilde atende a porta e recebe uma linda cesta de presentes coberta com um belo papel.



-É a vingança daquela asquerosa da Maria. Que será que ela me aprontou!



Qual não foi sua surpresa ao abrir a cesta e ver um lindo arranjo das mais belas flores que podiam existir num jardim, além de um cartão com a seguinte mensagem:



"Estas flores são o que te ofereço em prova da minha amizade. Foram cultivadas com o esterco que você me enviou e que proporcionou excelente adubo para meu jardim. Afinal, cada um dá o que tem em abundância em sua vida".

 

Não Julgueis

"Assim que não nos julguemos mais uns aos outros; antes seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao irmão. " Romanos 14.13


Um médico entrou no hospital com pressa depois de ser chamado ... é uma cirurgia de urgência.

Ele respondeu à chamada o mais rápido possível, trocou de roupa e foi direto para centro cirúrgico.

Ele encontrou o pai do menino indo e vindo na sala de espera do médico.

Depois de vê-lo, o pai gritou:

"Por que você levou todo esse tempo para vir? Você não sabe que a vida do meu filho está em perigo? Você não tem senso de responsabilidade?"

O médico sorriu e disse:

"Lamento, eu não estava no hospital e eu vim o mais rápido que pude depois de receber a ligação ...... E agora, eu gostaria que você se acalmasse para que eu possa fazer meu trabalho"

"Acalmace? Se fosse seu filho que estivesse nesta sala agora, iria se acalmar? Se o seu próprio filho morresse agora oque você iria fazer? ", Disse o pai com raiva

O médico sorriu novamente e respondeu:

"Eu vou dizer o que disse Jó na Bíblia Sagrada" Do pó viemos e ao pó voltaremos, bendito seja o nome de Deus ". Os médicos não podem prolongar a vida. Vá e interceda por seu filho, vamos fazer o nosso melhor pela graça de Deus "

"Dar conselhos é fácil", murmurou o pai.

A cirurgia levou algumas horas e depois que o médico saiu feliz, 

"Graças a Deus! Seu filho está salvo! Se você tem alguma dúvida, pergunte a enfermeira!" Disse o medico.

E sem esperar a resposta do pai o medico saiu correndo.

"Por que ele é tão arrogante? Ele não podia esperar alguns minutos para que eu pudesse perguntar sobre o estado do meu filho ", comentou o pai ao
ver os enfermeiros minutos depois que o médico saiu.

A enfermeira respondeu, com lágrimas descendo seu rosto:

"Seu filho morreu ontem num acidente de viação, ele estava no enterro, quando o hospital o chamou para a cirurgia de teu filho. E agora que ele salvou a
vida de seu filho, ele saiu correndo para terminar o enterro do seu filho. "

Nunca julgue ninguém, porque você nunca sabe como sua vida é e ao que está acontecendo ou o que eles estão passando.

Desconheço o autor

Colaboração de Um Amigo de Deus Gilberto Coelho Brand

Cochicho de Deus

"E os seus pés, semelhantes a latão reluzente, como se tivessem sido refinados numa fornalha, e a sua voz como a voz de muitas águas." Apocalipse 1.15



O jovem tinha perdido o emprego e estava meio perdido.
 Ficou sabendo de um velho senhor dito como muito sábio por suas palavras sempre conscientes. Então resolveu ir encontrar-se com o velho senhor.
Ao encontrá-lo, o jovem cerrou os punhos e disse em alta voz:





-Implorei à Deus para que dissesse algo para me ajudar. Diga-me, por que Deus não me responde?


O velho senhor sentou-se calmamente à sombra de uma árvore próxima e falou algo em resposta - algo tão silencioso que era inaudível.

O rapaz se aproximou um pouco mais e perguntou, em voz normal:


-O que foi que o senhor disse?




O velho senhor repetiu, mas novamente num tom muito baixo, como um cochicho. Então o rapaz chegou ainda mais perto e se inclinou em direção ao senhor.


-Me desculpe, ele disse calmamente. Eu ainda não consegui escutar.


Com suas cabeças muito próximas, o velho e sábio senhor falou mais uma vez:


-Deus, às vezes, cochicha, então precisaremos estar bem perto dele para ouvi-lo.


Desta vez o rapaz escutou e entendeu.

Todos queremos a voz de Deus como um trovão pelo ar como resposta à nossos problemas.

Mas a voz de Deus, na maioria das vezes, nos vem baixinha...

Um suave cochicho.
 Se eu estiver próximo Dele o suficiente, eu escutarei, entenderei e encontrarei minha resposta.
E melhor ainda, me acharei perto de Deus.

A Cruz e os encontros

“O SENHOR falava com Moisés face a face, como quem fala com seu amigo.” (Livro de Êxodo)



Meu filho, não sou Deus de aparições. Não são as experiências que te levam a Me conhecer mais e mais, mas é na caminhada comigo que você conhece não só Meu Poder ou o que faço, mas Quem Eu sou. Existem aqueles que conhecem as Minhas obras, mas existem aqueles que conhecem o Meu Caminho. Você aprende a conhecer o Meu Caminho andando nele.



O entretenimento dos Meus adoradores me agradam tanto porque adoram em Espírito e em Verdade. Porém muitos Me adoram de longe, em pé, dentro de suas casas ou quando muito em frente à entrada de suas casas. Por obrigação. Como cumprindo com um ritual. De fato a adoração deles são apenas atos à parte de sua existência como se Eu estivesse interessado ou esperando delas somente momentos de atenção ou buscasse Eu mesmo ser entretetido.



O que é melhor para cada um deles é consagrarem tudo o que falam e fazem, porém com liberdade, com disposição e expontaneidade. O melhor para eles é que façam tudo o que têm que fazer com prazer e deleite. O que Me agrada não é o que fazem, é o deleite e prazer com que fazem.



Não posso aceitar uma parte do que são nem do que fazem. Eu trabalho com o todo. Sou Deus, Quem é Um, não dois, ou três. Sou Deus completo. Minha oferta foi completa, aceito somente o que se oferece a Mim por inteiro.



Somente aceito o que é pleno. A oferta da Cruz foi de fato mais que uma oferta, foi sacrifício completo. Meu Filho Jesus ofereceu-se por inteiro e por inteiro foi sacrificado. E por inteiro O aceitei na Sua plenitude.



A Cruz diminui todas as outras ofertas, não porque são pequenas, mas porque são apenas partes. É todo o teu coração, são todas as tuas forças, é todo o teu entendimento que espero, pois Meu Amor é indivisível, é inteiramente completo.



Não busco ofertas religiosas administradas em tua agenda, na tua discrição, como partes de tua vida que você compartilha quando deseja. Esta coisa penosa que os homens apresentam para tentarem Me agradar como quem oferece as suas oferendas aos deuses que criaram para satisfazerem seu apetite religioso.



Sou o Criador que está envolvido em tudo, especialmente nos afazeres dos homens, das mulheres, das crianças que criei para a satisfação plena da Minha Glória que compartilho.



E são todas as coisas que fazem no seu dia a dia que espero chamar de adoração, porque não precisam passar duas horas comigo, precisamos passar todo o tempo juntos.



Não busque evidências. Muitos somente Me conhecerão à distância. Tenho te chamado para bem perto, para conversar comigo, para compartilhar segredos. Não posso deixar de saber o que a tua mente pensa, mas posso sentir saudades do teu coração. É o amolecer, a ternura de teu coração que Me atraí a ti. Não é somente você que é atraído a Mim. Eu sou atraído por ti, pela coisa gostosa que teu coração sente ao se aproximar de Mim.



Não é a Minha onipresença que atraí as pessoas. Estou em todo o lugar. Não é estar em todo o lugar que conta, mas sim o Lugar do Meu encontro.  E o Lugar do Meu encontro pode ser em qualquer lugar, pois estou em todo o lugar.



Não é preciso ir a um determinado lugar, pois no teu passado Me manifestei em lugares diferentes, que poderiam ter sido outros em quaisquer lugares. Manifestei onde fui atraído pelo coração quebrantado e terno de homens e mulheres que tinham muita sede pela Minha Presença.



Não seja atraído por lugares especiais, mas por Mim, pois posso ser encontrado em todos os lugares, todavia o lugar em que Me encontro é você.



Os homens buscam evidências nos milagres e nas intervenções. Os homens buscam ver a Minha presença pela criação exuberante que deixei para o seu explendor. Eles dão testemunho dos grandes feitos que realizei ou das grandes obras que fizeram por Mim.

Não desejo atrair os homens para a Minha intimidade através de sinais. Os sinais são servidos para desatar fé no coração dos homens. É a comunhão mais íntima e a conversa mais franca que desejo compartilhar com os que não têm medo ou pavor, mas com aquele que Me teme ao ponto de simplesmente não ter mais receio de Me ofender.



A ofensa tem a ver com o Amor com que te amo. Com Minha própria natureza. Com aquele cuidado que tem na vida de fazer o que Me agrada não por obrigação, nem por compulsão, nem para cumprir com Leis, mas para Me agradar com o teu coração e com teus atos diários, na consciência completa de que ando ao Teu lado como Tua companhia não somente para te proteger, mas para participar do teu dia a dia. E em tudo você fica satisfeito e contente. Não há maior deleite para Mim do que compartilhar desta satisfação e contentamento.



O que busco, Meu filho, é conversar com você face a face. Não pela Voz que sai da sarça em chamas, nem no meio do monte estremecente, cheio de fumaça, das chamas de uma fornalha. O que busco, Meu filho, é caminhar ao Teu lado, de fato, já estou com você, mas é ser precebido em todo o momento em que tua consciência descansar ou em teu livre ato de vontade você pára para Me consultar.



Como amigos que não findam seus assuntos nesta caminhada infinita de pensamentos e palavras, de sentimentos e de atrações da intimidade do coração que compartilha tudo, que não retém nada, que é o que é, que reclama, que fala, que sorri, que agradece, que enche-se e colhe todos os detalhes da vida só para compartilhar com o outro.



Busco falar e ser ouvido, Espero para ouvir o que você fala, sentado naquele tronco seco de goiabeira, à beira do rio ou em qualquer banco de praça em qualquer cidade. No meio do vale onde o rio encontrou seu leito para fluir suas águas para o oceano ou no meio do oceano dos homens, tumultuados, pelas correrias e atrações da existência.



Mas há um lugar que se tornou especial durante uma estação de sua vida quando você não conseguia perceber que estava ao Seu lado todo o instante. Então o cheiro fresco do rio, misturado com aromas de flores perdidas, tornou-se o lugar do nosso encontro, por um tempo, teu tempo determinado, e o que resta agora é somente a saudade não do lugar, mas do encontro, saudade que desperta pouco tempo depois quando paramos para comunhão e compartilhamento.



Seja no calor do dia, seja no escuro da noite, seja pela brisa que suavemente passa pelo teu rosto, que também sinto, refrescante, quando os barulhos dos homens cessam e as vozes do mundo são apenas cuchicos distantes, e permanecemos Eu e você.



E tenho a Tua atenção, teus olhares fitos em Minha direção, um após outro, guiados pelos teus pensamentos ordenados sem serem limitados, concatenados sem terem sido premeditados e sistematizados.  Teu falar livre sem reservas do coração e o esbanjar de sentimentos, alguns ainda encaminhados com teu sofrimento que vou apenas curando com o Meu Amor.



E já não Me ofendo com tua sinceridade. Às vezes sorrio pelo Teu jeito menino de falar o que pensa, e Me reclino para mais perto de ti para ouvir teu espírito que me adora sem religiosidade. E são nestes instantes que Me encontro contigo na Eternidade onde habito e ali deixas de ser mortal para ser o que é verdadeiramente, eterno.

A cruz e a vóz

“Enoque andou com Deus” (Livro de Gênesis)



Meu filho, quero usufruir nossa amizade em todos os momentos de teu dia. Até ao se deitar Minha canção estará contigo. O teu sono será suave porque você irá aprender a compartilhar comigo durante o dia as tuas inquietações, aflições e preocupações. Você falará livremente o que se passa contigo, sem culpas, sem apreensões, sem ter nenhum medo ou receio de quaisquer repreensões.



O exercício de tua caminhada de vir a Mim, que sou manso e humilde de coração, será cada vez mais constante até que você aprenda ao invés de vir, entenderá que já está em Mim, levando Meu jugo que é suave e Meu fardo que é leve.



Andar comigo é andar comigo simplesmente. Uma liberdade tal que ninguém conseguirá discernir teu estado. Os julgamentos de outros não te atingirão e tão pouco não julgarás a ninguém. O segredo da liberdade está no fato de que Teus olhos estarão fitos em Mim e Tua ocupação será os Meus pensamentos e aos outros apenas o desejo de serví-los sem se envolver em suas vidas para ofuscar a liberdade deles.



Apresento-te a figura de uma criança correndo num campo florido sem se preocupar com perigos ou animais selvagens, descansada pela consciência plena de que seu pai a está vigiando e nada lhe suscederá de mal.



Estou velando por ti meu filho, como a galinha vela pelos seus pintinhos. Parece-lhe pobre este quadro. O que poderia lhe apresentar para contemplar se você não consegue ainda ver Meu caminho nas pequenas coisas da natureza, da existência humana e da riqueza do universo que criei?



O condicionamento de tua alma durante os anos de tua existência foi construído pelas experiências sem a consciência de Minha presença. Assim tua mente foi condicionada a pensar diferente, a andar diferente, a agir diferentemente da Liberdade perfeita que a somente a consciência plena de Minha presença proporciona.



De fato, teu ser será tão interligado à Vida na Minha presença que passará a experimentar um fluir natural de decisões, de agir, de movimentar-se, de pensamentos e palavras, nesta caminhada crescente e decrescente na limitação do tempo. É onde a Vida Eterna atropela o tempo como se este não existisse para ti e você passasse a viver eternamente sem ter vivido no tempo.



Tudo que os homens fazem por métodos, regras e fórmulas são expressões de seu esforço interior para Me seguirem. São obras da carne. Não falo assim como se estivesse zangado, irado ou estivesse condenando. Não fazem melhor porque não sabem. Meu apelo é o mesmo, porém: “Aprendei de Mim que sou humilde e manso de coração e encontrareis descanso para as vossas almas.”



O ser humano precisa de humildade, aprender a Verdade e de descanso. O corpo, a alma e o espírito precisam de descanso. Eu sou o descanso, e não simplesmente uma fonte de ensino para te instruir a descansar.



Os homens cada um escolhem seus caminhos, direta ou indiretamente. Cada um tem seu curso de escolha, consciente ou inconscientemente. Quanto a você, vem e segue-Me.



Os homens atropelam-se nas decisões que tomam e se embrenham na confusão das decisões de outros. Mas aquele que é guiado por Mim, O Espírito, passa por todas estas veredas sem atropelar as dos outros, não se atrasam pelas postergações de outros e nem cessam sua caminhada por conta disto, mas caminham livres, sem se confundirem, sem se prenderem e sem nem mesmo se embaraçarem nas coisas desta vida. Olham firmemente para Jesus, o Autor e Consumador de sua Fé. E a Fé é o Meu Espírito Santo.



Você não fará nenhum esforço para Me reconhecer em teus caminhos. Não vai precisar seguir regras para procurar o caminho que possa Me agradar. Não farás esforço algum mental como quem precisa pensar desesperadamente para decifrar o que quero. Para conhecer a Minha vontade. Ninguém que queira fazer a Minha vontade ardentemente deixará de conhecê-La. Ninguém que deseja andar em Meu caminho poderá errá-lo.



Falo ao Teu coração e Minha voz é inconfundível. As muitas vozes deste mundo em que você existe não poderão ofuscar a Minha voz. As vozes deste mundo, algumas, apressam-se para parecerem com Minha Voz.



Posso colocar Minha voz no canto dos pássaros. Posso colocar Minha voz no grito das gaivotas e dos macacos. Posso colocar Minha voz na voz rouca do profeta. Posso falar pelas árvores, pelos cervas que parem, pelos leões que rugem, pelo barulho silencioso das formigas andando sobre os gravetos das florestas. Mas Minha Voz é distinta e inconfundível.



Às vezes, filho, a tua corrida vai além das obras que preparei para Ti. Assim você deveria desascelerar e andar ao curso dos passos das vacas de leite e das mulheres grávidas.



Todo o que caminha e caminha para sempre comigo, carrega sua própria ferida, como resultado de suas lutas comigo e contra Mim. Existem pelejas que pelejamos juntos, outras um contra o outro, e Eu sempre venço porque Minha vitória é a Tua vitória. Eu sempre firo os Meus filhos e no teu quebrantar Tu Me vences. E se te firo, o firo para por em Ti a Minha marca, a marca da Minha Vitória que é de fato a Tua Vitória.



Se você Me ouvir poderá conduzir Meu povo, porque Meu povo somente é conduzido pela Minha Voz e por pastores feridos. E Me ouvirás e farás muitos discípulos porque aprendeu de Mim. E todos serão discípulos do Senhor. E todos serão ovelhas do Senhor.



“As minhas ovelhas ouvem a Minha voz; eu as conheço, e elas Me seguem. Minhas ovelhas ouvem a Minha voz e Me seguem” (Jo 10:27, NIV)



Na intimidade de nosso relacionamento você encontra as Palavras que falo e conhece a Vontade que tenho para Ti. E é alí que naturalmente revelo a Minha Vontade e te dou as Palavras que irá compartilhar. Não depende de teu preparo, mas de Mim que falo.



Não se apresse, filho, a andar quando não te encaminhei, nem a correr quando não tem novas para entregar. 



Porque estarei contigo por onde quer que fores. Portanto, não te apresses. A coluna de fogo e a nuvem se moviam, Meu povo se movia. Eu Me movia, o povo se movia. Hoje, filho, tu te moves e Eu me movo e Minha Glória está em ti e sobre ti onde quer que fores.



Lembras de Abraão, meu amigo. Lembres antes de Isaque. O mesmo pai que subiu com ele ao monte, foi o mesmo pai que desceu com ele do monte. O mesmo Pai do monte é o mesmo Pai dos vales.



No alto do monte está o Cordeiro que providenciei e proví. Você desceu do monte com vida, porque já havia te oferecido a mim e morrido antes que subiu ao monte. O Filho morreu, mas também Deus Pai ofereceu Seu sangue Eterno naquela Cruz.



No alto do monte, o filho oferecido naquele altar de madeira, de muita madeira que o filho carregou sobre si na subida do monte. Ele era meu filho, não dele. Ele prontamente o sacrificou. Antes de consumar o sacrifício bradei e ofereci o Cordeiro para ser oferecido no lugar de seu filho. Que dor muito mais amena oferecer o Cordeiro que o Pai lhe deu. Não era um cordeiro que ele tinha alimentado e cuidado e visto crescer que ele ofereceu! Mas o Cordeiro oferecido por mim.



Quando ofereci Meu Cordeiro, Meu Filho na cruz do Calvário não houve nenhum ser que se prontificou parar morrer em seu lugar. Nenhum animal poderia substituí-Lo. Nenhum anjo ou ser celestial poderia tomar o Seu lugar. Nenhum ser humano jamais ousaria.



Por amor aprendeu a obediência. O Amor sempre segue o caminho da obediência total.



Mas você não sabe que meu Filho não morreu quando bradou na Cruz? Meu Filho já tinha morrido quando no tempo aquietou seu coração com a decisão de fazer a Minha vontade, aquela que Ele não queria. Antes do tempo, Ele já tinha morrido quando no conselho da eternidade si ofereceu a Mim. Muito mais do que a Morte ou a Cruz terrível foi experimentar ser separado de Mim por um segundo! A eternidade é um segundo.



Eu também subi naquela Cruz. Foi Meu sangue eterno que ali foi oferecido.

Quando Meu Filho fez a Minha vontade no Jardim ali Eu garanti a Ele que subiria com Ele até o topo do monte, que iria com Ele até ao fim, que jamais seria o fim, porque não  há fim para nós.



O que para Jesus foi desamparo foi recompensado com os milhões e milhões de filhos que Ele trouxe a Vida, no Espírito. Discipulos e ovelhas, pelos quais, entregou Sua vida e a retomou três dias após ser sepultado, ressuscitando dos mortos.

A Pregação Fervorosa: Uma Arte Esquecida

Texto de Leonard Havenhill do Livro "Por que tarda o pleno avivamento"J
á se passaram alguns séculos desde que o reformador suíço Oecolampad disse: “Uns poucos pregadores bons e fervorosos produziriam maior impacto no ministério cristão do que uma multidão de homens mornos!” E a passagem do tempo não anulou a verdade contida nessa afirmação. Precisamos de mais “pregadores bons e fervorosos”. Um deles foi Isaías, com sua confissão: “Ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio dum povo de impuros lábios”. E Paulo foi outro: “Ai de mim, se não pregar o evangelho”. Mas nenhum dos dois tinha um conceito mais amplo da magnitude de sua tarefa do que Richard Baxter, que era ministro da Igreja Kidderminster, na Inglaterra. Quando alguém o criticou, tachando-o de ocioso, ele respondeu o seguinte: “A pior coisa que eu poderia desejar-lhe era que tivesse minha folga em vez do seu trabalho. Tenho razões para me considerar o menor de todos os salvos, e no entanto não teria receio de dizer ao acusador que considero o serviço da maioria dos trabalhadores desta cidade um prazer para eles, em comparação com o meu, embora não trocasse minha tarefa com a do mais importante príncipe”.
“O serviço deles ajuda a conservá-los com saúde; o meu consome-a. Eles trabalham tranqüilamente; eu, em dores constantes. Eles têm horas e dias para seu lazer; eu mal tenho tempo para me alimentar. Ninguém os incomoda por causa de seu ofício; quanto a mim, quanto mais trabalho, mais ódio e perturbações atraio sobre minha pessoa”.
Sente-se um pouco da mentalidade neotestamentária nessa sua maneira de encarar a pregação do evangelho. Este é o mesmo Baxter que queria ser como “um moribundo pregando a moribundos”. Se nossos pregadores fossem todos desse calibre espiritual, arrancariam toda esta geração de pecadores da boca do inferno.
É possível que hoje tenhamos o maior índice de pessoas freqüentando a igreja, com o mais baixo índice de espiritualidade de todos os tempos. Talvez estivessem certos aqueles que no passado acusaram o liberalismo de ser o grande culpado da frieza dos crentes. Hoje, esse bode expiatório é a televisão, que está sendo execrada pelos pregadores. Entretanto, apesar disso, e sabendo que as duas acusações não deixam de ser verdadeiras, gostaria de dirigir a nós, pregadores, uma pergunta. Será que não deveríamos confessar como aquele escritor do passado: “O erro, caro Brutus, está em nós mesmos?” Mas eu gostaria de afiar bem o meu bisturi e aprofundá-lo um pouco mais nos pregadores: passou a época dos grandes sermões tipo “lanche rápido”, temperados com tiradas humorísticas para tentar estimular o fraco apetite espiritual do homem de nossos dias? Ou estamos nos esforçando para comunicar os “poderes do mundo vindouro” em todos os cultos?
Pensemos um pouco em Paulo. Após receber uma poderosa unção do Espírito Santo, ele saiu pela Ásia menor para travar ali uma intensa batalha espiritual, causando agitação nos mercados, sinagogas e palácios. E ia a toda parte, tendo no coração e nos lábios o grito de guerra do evangelho. Diz-se que foi Lenine quem disse o seguinte: “Os fatos não podem ser contestados”. Analisando as realizações de Paulo e comparando-as às dos crentes de nossa geração, que fazem tantas concessões ao mundo, temos que concordar com ele. Paulo não era um pregador que apenas falava a toda uma cidade; ele a abalava totalmente. Mas ainda assim tinha tempo para sair batendo às portas das casas, e para orar pelos perdidos que encontrava pelas ruas.
Estou cada vez mais convencido de que as lágrimas são um elemento indispensável a uma pregação avivalista. Irmãos pregadores, precisamos nos envergonhar de não sentir vergonha; precisamos chorar por não termos lágrimas; precisamos nos humilhar por haver perdido a humildade de servo de Deus; gemer por não sentirmos peso pelos perdidos; irar-nos contra nós mesmos por não termos ódio do monopólio que o diabo exerce nestes dias do fim, e nos punir pelo fato de o mundo estar-se dando tão bem conosco, que nem precisa perseguir-nos.
Pentecostes significa dor, mas o que mais experimentamos é prazer; significa peso; mas nós amamos a comodidade. Pentecostes significa prisão, e, no entanto, a maioria dos crentes faria qualquer coisa, menos ir para a prisão por amor a Cristo. Se revivêssemos a experiência do pentecostes, talvez muitos de nós fossem parar na cadeia. Eu disse “pentecostes”, não “pentecostalismo”. E não estou querendo atirar pedras em ninguém.
Imaginemos a experiência do pentecostes se repetindo em uma igreja no próximo domingo. O pastor, como Pedro, é revestido de poder. E, pela sua palavra, Ananias e sua esposa caem mortos ao chão. Será que o crente moderno toleraria isso? E não pára aí. Paulo determina que Elimas fique cego. Em nossos dias, isso implicaria na abertura de processo contra o pregador. E se alguns caíssem ao chão, sob o poder do Espírito Santo — o que acontece em quase todos os avivamentos — sem dúvida iriam difamar-nos. Não seria demais para a nossa sensibilidade?
E, como já disse no início deste capítulo, gostaria que houvesse grandes pregadores em nossos dias. O diabo quer que fiquemos a caçar ratos, enquanto há leões à solta, devastando a terra. Nunca consegui descobrir o que se passou com Paulo na Arábia. Ninguém sabe. Será que ele teve uma visão do novo céu e da nova terra, e do Senhor reinando soberano? Não sei. Mas uma coisa sei com certeza: ele modificou a Ásia, deixou os judeus profundamente irritados, encolerizou os romanos, ensinou para mestres e teve piedade de carcereiros. Ele e outro pregador de nome Silas dinamitaram as paredes da prisão com suas orações, para realizar a obra do Senhor.
Paulo, o servo de Jesus Cristo, o escravo de Cristo pelo amor, depois de reconhecer que o coração mais duro que Deus conquistara era o seu, resolveu ir abalar o mundo para Deus. Em seus dias, ele trouxe à terra os “poderes do mundo vindouro”, restringiu a operação de Satanás, e sofreu, amou e orou mais que todos nós. Irmãos, caiamos de joelhos outra vez, se quisermos recuperar a espiritualidade e o poder apostólicos. Chega dessa pregação fraca e ineficaz!

As Cinco Linguagens Do Amor


(Do Livro: Como Mudar o que Mais Irrita no Casamento - Gary Chapman)

Em 1992, escrevi As cinco linguagens do amor, um livro que ajudou milhares de casais a resgatar seu relacionamento e criar um ambiente emocional positivo no casamento.

Das cinco linguagens do amor, todos têm uma linguagem predominante. Um desses estilos de comunicação toca mais fundo em nossas emoções do que os outros quatro. Em maior ou menor grau, gostamos de todos eles, mas geralmente temos preferência por um e não abriríamos mão dele por nada. Essa é a linguagem que nos faz sentir verdadeiramente amados.

Quando o cônjuge "fala" conosco nessa linguagem do amor predominante, nosso tanque de amor se enche e nos sentimos seguros. A chave é descobrir a linguagem do amor predominante de seu cônjuge e usá-la em doses maciças, com uma pitada das outras quatro linguagens como a cereja do bolo. Estou para ver um casamento que não tenha melhorado quando um dos cônjuges ou ambos decidiram seguir esse caminho.

Para ajudar você a começar, apresentarei a seguir um resumo das cinco linguagens do amor e mostrarei por que é tão importante aprender a linguagem predominante de seu cônjuge:
PRIMEIRA LINGUAGEM DO AMOR: PALAVRAS DE AFIRMAÇÃO
Algumas pessoas se sentem amadas quando ouvem palavras de afirmação. Focalizar os aspectos positivos e expressar apreciação pelas qualidades do cônjuge são atitudes que costumam motivá-lo a aprimorar seu comportamento. Se as palavras de afirmação constituem a linguagem do amor predominante de seu cônjuge, não perca nenhuma oportunidade de oferecer algumas palavras simples de encorajamento:
•     Você fica bem nesse vestido.
•     Hoje você está um gato.
•     Obrigada por levar o lixo para fora.
•     Quero que saiba quão importante você é para mim.
•     Fiquei muito feliz por você ter limpado a cozinha hoje.
•     Obrigada por cortar a grama: o jardim ficou lindo.
•     Que bom que você encheu o tanque do carro. Obrigado por limpar os vidros também.
As palavras de afirmação podem focalizar as características de personalidade do cônjuge:
•     Você passou bastante tempo com Rebeca ontem à noite. Ela parecia extremamente chateada. Gosto da maneira como você se dedica às pessoas.
•     É tão bom chegar em casa e vê-la animada e feliz por eu estar de volta. Isso é muito importante para mim.
•     Gosto demais de sua espontaneidade. Com você, minha vida é mais interessante.
•     É incrível seu jeito de lidar com os problemas. Você facilita muito minha vida com as soluções que encontra.
As palavras de afirmação também podem focalizar as características físicas da pessoa:
•     Seu cabelo está lindo.
•     Gosto do brilho em seus olhos.
•     Já lhe falei como seus seios estão lindos?
•     Olha só esses músculos!
•     Adoro a cor dos seus olhos.
As palavras de afirmação vivificam; as palavras de condenação matam. Muitos casais destroem seu relacionamento usando palavras de condenação e julgamento, comentários ríspidos e incisivos. Isso pode mudar quando um dos cônjuges rompe o círculo vicioso de negatividade e começa a usar palavras de amor.

SEGUNDA LINGUAGEM DO AMOR: PRESENTES

        Sou formado em antropologia, o estudo das culturas. Até hoje, ninguém encontrou uma cultura em que presentear não seja uma expressão de amor. Um presente diz: "Essa pessoa estava pensando em mim. Olhe o que ela comprou para mim". Os presentes são provas físicas e visíveis de consideração e carinho. 
O presente não precisa ser caro. Afinal, o que vale é a intenção, certo? A intenção é de fato importante, mas o que faz toda a diferença é sua transformação em gesto concreto. A maioria de nós poderia aprender muito observando nossos filhos. Eles são mestres na arte de presentear e, na maioria das vezes, isso não lhes custa um centavo. Fazem tortas de morango imaginárias e nos convidam para comer um pedaço. Criam carrinhos com rolos de papelão e botões e nos dão de presente. Correm para nós com uma flor na mão e entregam-na dizendo: "Peguei para você". Em que momento, a caminho da vida adulta, perdemos esse espírito de presentear? 
Qualquer pessoa pode aprender a presentear. Lembre-se de que presentear e receber presentes é uma linguagem fundamental do amor e tome a decisão de usar essa linguagem com seu cônjuge. O importante não é o preço do presente, mas a consideração que ele demonstra. Use pedaços de papel colorido que encontrar em sua escrivaninha para fazer um cartão para sua esposa. Escreva palavras de afirmação no cartão e entregue-o no dia dos namorados ou, melhor ainda, num dia qualquer. Claro que nem todos os presentes vão sair de graça. Preste atenção nos comentários de seu cônjuge e anote o que ele deseja ganhar. Espere umas três semanas e, então, surpreenda-o depois do jantar com o presente desejado.
 
TERCEIRA LINGUAGEM DO AMOR: ATOS DE SERVIÇO
 
"Um gesto vale mais que mil palavras." Sem dúvida, isso é verdade para algumas pessoas. Fazer algo por seu cônjuge é uma expressão profunda de amor. Preparar refeições, lavar a louça, passar o aspirador na casa, cortar a grama, lavar o carro, lavar as roupas, limpar o banheiro, trocar a fralda do bebê — todas essas tarefas são atos de serviço. Claro que exigem tempo, esforço, energia e, por vezes, habilidade, mas se essa é a linguagem do amor predominante de seu cônjuge, ao fazer algo que ele aprecie, estará comunicando claramente seu amor. 
Em se tratando das responsabilidades da casa, nossa tendência é criar hábitos. Formamos padrões de comportamento — ele cozinha, ela lava a louça; ela cuida das roupas, ele corta a grama; ele enche o tanque do carro, ela passa as roupas. Essa rotina não é necessariamente negativa. Em geral, fazemos as coisas para as quais nos sentimos mais capacitados e, se as fazemos com uma atitude positiva, visando ao bem mútuo, estamos falando a linguagem do amor. 
Se as tarefas e responsabilidades já estão bem organizadas em sua casa, você pode acentuar a expressão de amor por seu cônjuge fazendo algo fora de sua lista. Lembre-se, porém, de que seu cônjuge talvez não entenda ou não aprecie inteiramente seu esforço, como ilustra o seguinte diálogo:

        — Querida, você gostaria que eu limpasse os banheiros hoje à noite?

        — Você está querendo dizer que eu não estou limpando direito?

        — Claro que não! Só pensei que seria bom eu fazer alguma coisa para ajudar você.

        Esteja preparado para reações iniciais pouco entusiasmadas. Talvez seu cônjuge leve algum tempo para entender que você está sendo sincero. No entanto, ao completar a tarefa, provavelmente ouvirá algumas palavras de afirmação.

        QUARTA LINGUAGEM DO AMOR: TEMPO DE QUALIDADE

        Dedicar tempo de qualidade ao cônjuge não é apenas estar no mesmo cômodo ou na mesma casa que ele. E prestar atenção total ao marido ou à esposa. E sentar-se no sofá com a televisão desligada e conversar. E fazer uma caminhada, só vocês dois. É sair para comer, olhar um para o outro, falar e ouvir. Você já observou como é fácil ver num restaurante quem são os namorados e quem são os casados? Os namorados olham um para o outro e conversam; os casados comem em silêncio. Para os namorados, o jantar é tempo de qualidade; para os casados, é uma forma de suprir uma necessidade física. Por que não transformar as horas de refeição em expressões de amor dedicando toda a atenção um ao outro, falando e ouvindo?

        Comece falando dos acontecimentos do dia, mas não se limite a isso. Converse sobre coisas que estão preocupando seu cônjuge ou planos para o futuro. Ao perceber que estamos interessados em suas idéias e em seus sentimentos, o cônjuge não apenas falará com maior liberdade, mas também se sentirá amado.

        Se você deseja surpreender seu cônjuge com uma expressão dessa linguagem do amor, da próxima vez que ele entrar na sala enquanto você estiver assistindo à televisão, desligue o som do aparelho. Dirija-lhe toda sua atenção e, se ele começar a falar, desligue a televisão e conversem. Se ele sair da sala sem dizer nada, você pode voltar a assistir a seu programa, mas lembre-se de que o simples ato de colocar-se à disposição do outro para dedicar-lhe tempo é mais importante do que qualquer programa de televisão. O tempo de qualidade é uma linguagem do amor poderosa.

        QUINTA LINGUAGEM DO AMOR: TOQUE FÍSICO

        Não é de hoje que se conhece o poder do toque físico. De acordo com várias pesquisas, bebês tocados com afeto são emocionalmente mais saudáveis do que os bebês privados desse toque. O mesmo se aplica aos adultos. Se você já andou pelos corredores de um lar de idosos, deve ter visto pessoas estenderem a mão, ansiando ser tocadas. Um aperto de mão, um abraço, um tapinha nas costas enchem o tanque de amor de muitas pessoas solitárias.

        No casamento, o toque físico é uma das linguagens fundamentais do amor. Segurar a mão do outro enquanto você agradece por uma refeição, colocar a mão no ombro do cônjuge enquanto vocês assistem à televisão, abraçarem-se quando se encontram, ter relações sexuais, beijar — seja um "selinho" ou um beijo apaixonado —, qualquer toque, desde que seja afetuoso, é uma expressão profunda de amor.

        Lembro-me de que uma mulher comentou comigo: "A coisa mais importante que meu marido faz é me beijar no rosto todos os dias quando volta do trabalho. Não importa se o dia dele foi horrível ou o meu. Quando ele me dá um beijo antes de assistir à televisão ou abrir a geladeira, tudo parece melhorar". Um homem que participou de um de meus seminários disse: "Nunca saio de casa sem receber um abraço de minha esposa. Ela sempre toma a iniciativa. Quando volto, a primeira coisa que ela faz é me abraçar. Alguns dias, esses abraços são a única coisa boa que acontece, mas são o suficiente para me dar ânimo".

        DESCUBRA SUA LINGUAGEM DO AMOR PREDOMINANTE

        Pergunte-se qual é sua queixa mais freqüente quanto ao cônjuge. As queixas revelam sua linguagem do amor. Se você costuma se queixar para seu cônjuge: "Nunca passamos tempo juntos e mal nos vemos", está dizendo que sua linguagem do amor é o tempo de qualidade. Se seu cônjuge volta de viagem e você pergunta: "Não trouxe nada para mim?", está revelando que sua linguagem é a dos presentes. Se você diz a seu cônjuge: "Você nunca faz um carinho, eu sempre tenho de tomar a iniciativa", está mostrando que sua linguagem do amor é o toque físico. Se costuma dizer: "Nunca faço nada direito", está revelando que sua linguagem é a das palavras de afirmação. E, se você diz: "Você nunca me ajuda em casa. Sobra tudo para mim. Se você me amasse, faria alguma coisa", sua linguagem do amor predominante é a dos atos de serviço. Se você não tem motivos para se queixar, isso significa que seu cônjuge está falando sua linguagem do amor, mesmo que você não saiba qual é.

        Como descobrir a linguagem do amor predominante do cônjuge? Preste atenção nas queixas dele. Quando nosso cônjuge reclama de alguma coisa, costumamos assumir uma atitude defensiva. Se o marido disser: "E tão difícil deixar a casa arrumada? Ela parece mais um chiqueiro", a esposa provavelmente responderá com uma rajada de palavras enfurecidas ou desatará a chorar. No entanto, o marido está lhe fornecendo uma informação valiosa sobre a linguagem do amor predominante dele — os atos de serviço. Ouça as queixas de seu cônjuge e você descobrirá o que o faz sentir-se amado.

        A chave para criar um ambiente emocional positivo no casamento é aprender a falar a linguagem do amor predominante um do outro e usá-la regularmente. A linguagem do amor de minha esposa é a dos atos de serviço. Por isso, passo aspirador na casa, lavo louça, limpo as persianas e dobro as roupas. Não sou uma pessoa ativa por natureza; prefiro falar ou ouvir. Mas sei que, para minha esposa, esses atos valem mais do que muitas palavras.

 

A Crônica do Tempo






A sensação de ineficiência, a incompetência e a total incapacidade que também aborrece e perturba, provoca em mim, conscientemente uma dependência total de Deus para me levar ao descanso e sossego que minha alma anela.



Os eventos, fatores, elementos externos que são história e deixaram seus rastros não podem ser modificados. O que é comum e normal. Mas na medida que não reclamem, nenhuma consequência que afete ainda, podem e serão esquecidos.



Estou em busca da face de Deus! Não é de hoje. Desde criança esta é a jornada, a razão de minha vida.



No emaranhado de relacionamentos, alguns complexos, dissociáveis, outros interligados em essência e dependentes, sou apenas um, neste movimento constante e ininterrupto da vida na existência que aceita pausas pela ausência de acontecimentos, mas que continua acontecendo na grande engenhoca da vida.



Somos escravos do tempo e do espaço. Ao pensar num relance que tudo vai passar, expressão constante de sabedoria de minha mãe, sem poder julgar que seja ou não o conforto materno oferecido, ou a inteleção sólida e profunda da Verdade penetrante, sem oposição, sem nenhum obstáculo, livremente avançando, que tudo mesmo vai passar.



Que estes sentimentos de debilidade têm uma influência de vergonha no pensamento e raciocínio, sombreados por esta massa de tristeza incolor, como uma voz acusadora mesmo disfarçada, de que esta experiência é coisa para fraco, débil e menino.



Que a inconsciência suplante sorrateiramente a consciência, roubando a lucidez, a clareza e a intencionalidade dos pensamentos numa propulsão de violência interna, mesmo silenciosa, compulsiva e sem piedade, como uma programação prévia, imperceptível, inevitável e intratável que tivesse que acontecer, deflagrada por uma força invisível, mas espiritualmente palpável.



É neste trajeto, no meio desta passagem que se extende e se excede não só de objetos, plantas, seres, prédios, gente, encharcada de subjetividade, de abundância de neuro transmissores no tráfego gigantesco do cérebro – enorme, de incontáveis acontecimentos que gerem-se ao mesmo tempo, em velocidades imensuráveis – é nesta pausa deste tempo que me torno simples, pequeno e me rendo.



E vivo, tenho que ir vivendo, as paisagens de fora são as mesmas de dentro, com pequenas diferenciações, na medida que o carro move-se, deixando para trás o que é concreto e o que se mexe, mudando as paisagens para quem vem atrás, como aquele que passou pelo tempo.



Passamos pelas paisagens e não percebemos, por incapacidade total, por não sermos oniscientes nem onipresentes. Percebemos somente o fracionado, o que a mente incapaz pode assimilar dos pequenos pedaços, que o tempo deixou no atraso da percepção atrasada do mesmo tempo que não é tempo, é ocaso.



Somos seres de frações e fragmentos, não conhecemos o inteiro, somos dois, três, não somos, é a memória que não consegue assimilar no tempo os acontecimentos. Sozinhos não somos um, não somos completos, nem enxergamos por inteiro.



O espaço e o tempo são nossos limites, porque nos movimentamos. A perceptividade humana é sempre fracionada. E esta limitação infinita dimensiona pobremente nosso viver. Movendo mais dependentes nos tornamos. Até descobrir que existimos e nos movemos em Deus.



Por dentro, por fora, pensamentos e movimentos. E a maraviha maior é que sou humano e preciso de Deus.

 

O Templo dos homens e a morada de Deus

Cada um de nós sempre começa com o pouco, com coisas pequenas, até mesmo as insignificantes.




Começamos um dia com pequenos passos, poucas palavras. De fato, ao aprendermos a andar e a falar, antes engatinhamos primeiro por alguns dias e primeiro balbuciamos algumas palavras erradas.



Amo sementes. Desde tenra idade sempre amei as sementes. Já passei dos 40 anos de idade. Contemplo hoje árvores gigantescas que cresceram de pequenas sementes que um dia segurei em minhas mãos com muito cuidado. E as plantei. Uma pequena semente, um pequeno começo. Uma pequena semente, hoje uma árvore frutífera.



Tão diferente é uma árvore de uma casa, de um prédio. Plantamos uma semente, Deus dá o crescimento à planta. Naturalmente ela cresce. Atinge a vida adulta. Se frutífera, produz frutos ano após ano, na estação certa.



Um prédio é construído, o máximo que se consegue nele depois é acrescentar “puchados” ao original. Prédios não crescem e nem frutificam.



O anjo do Senhor disse ao profeta Zacarias sobre a reconstrução do templo, uma obra praticamente impossível de ser realizada naqueles dias. Este templo apontava para algo muito mais grandioso que Deus estava para fazer em toda a Terra. A Glória da primeira casa estava limitada ao que era templo, um prédio estátivo, sem vida. A Glória da segunda casa não teria limites. O Templo aumentaria e se expandiria na medida de seu crescimento. O de Zorobabel seria construído apenas de pedras, o segundo seria construído de pedras também, mas de pedras vivas.



A primeira pedra do templo colocada no lugar nas mãos de Zorobabel era a principal. Nas mãos de qualquer outro seria apenas uma pedra, porém nas mãos do construtor era a pedra principal.



"Pois aqueles que desprezaram o dia das pequenas coisas terão grande alegria ao verem a pedra principal nas mãos de Zorobabel". Então ele me disse: "Estas sete lâmpadas são os olhos do SENHOR, que sondam toda a terra". (Zacarias 4:10)



Os homens reconstruiram o templo localizado em um lugar.



O Senhor sondava toda a Terra em busca de adoradores que o adorassem em Espírito e em Verdade, em qualquer lugar a qualquer momento.



Os homens queriam construir uma morada para Deus. O Senhor buscava moradas por todos os cantos para que todos juntos em toda a terrra se tornassem a Morada DEle como planejou antes da fundação do mundo.



Deus buscava adoradores que embora não tivessem visto, ouviram o véu do templo rasgar-se de alto à baixo com o brado de “está consumado” do Filho de Deus na Cruz.



“O mais importante do que estamos tratando é que temos um Sumo Sacerdote como esse, o qual se assentou à direita do trono da Majestade nos céus e serve no santuário, no verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, e não o homem.” (Hebreus 8:2)



A grandeza das pessoas, a riqueza de outras, a magnificência e o sucesso de algumas outras parecem ofuscar muita gente boa que trabalha duro por grandeza, riqueza, prosperidade e sucesso, por acreditarem em um ensino falso de que só têm o selo da aprovação de Deus quem as ostentam.



Porém o Espírito Santo aponta outra direção muito diferente:



“Portanto, vocês já não são estrangeiros nem forasteiros, mas concidadãos dos santos e membros da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, tendo Jesus Cristo como pedra angular (pedra principal), no qual todo o edifício é ajustado e cresce para tornar-se um santuário santo no Senhor. NEle vocês também estão sendo edificados juntos, para se tornarem morada de Deus por seu Espírito.” (Ef. 2:19-22)



Em Jesus os membros da família de Deus estão sendo edificados juntos. Sim, juntos. Não há lugar na família de Deus para histórias individualistas de sucesso, de narrações solitárias, de progressos à custa dos outros, de apresentações pessoais e de testemunhos ocidentais de prosperidade que não conseguem ser sustentados em outras regiões do planeta.



A importância que damos às coisas que acontecem no meio evangélico hoje difere muito do que o Espírito Santo ressalta em Sua Palavra.



Porque  ainda somos estrangeiros uns para com os outros e não concidadãos dos santos.



Nossas tribos, denominações, confissões de fé, tradições, fôrmas e formas fazem com que não percebamos que somos membros da família de Deus, nosso Pai, se de fato somos filhos de Deus.



Aqueles que não se encaixam em nossas estruturas mentais são alienados de nosso convívio. E são execrados em nossas conversações frívolas e não pouco edificantes que se parecem mais com rodas de conversas de homens de negócios ímpios.



Nossa visão pobre de membros de nossas igrejas, de ovelhas de apriscos pequenos, de pastores que nos pastoreiam alienam também a nós mesmos de sorte que não compartilhamos a comunhão dos diferentes mesmo que sejam eles e elas filhos e filhas de Deus.



Esforçamo-nos para conviver apenas com os iguais numa tentativa frustrada que acaba descobrindo mais dia menos dia que não somos definitivamente iguais.



A visão do nosso edifício, do nosso prédio, da nossa igreja (referindo-se ao templo) é míope e ao mesmo tempo hiper-atrofiada. Não vemos o Edifício, vemos o edifício. Não vemos as pedras vivas, vemos as salas e prezamos pelo conforto que possam oferecer as nossas famílias.



Escolhemos prédios e não pessoas com as quais possamos conviver e compartilhar “na perseverança da doutrina dos apóstolos, no partir do pão, na comunhão e nas orações.”



Pois somos apenas frequentadores de templos, assistentes de serviços religiosos de culto. Pagamos sacerdotes como no tempo dos Juízes para fazer o que deveríamos fazer.



Não somos o Templo, somos os peregrinos do templo e meros ofertantes. Oferecemos sacrifícios, um após outro, pois desprezamos Aquele sacrifício que foi oferecido uma vez por todas, para que pudéssemos ir diretamente ao Trono de Graça.



Ofertamos no altar, o determinado pelos homens.



Rejeitamos o Altar da Cruz, onde Cristo se ofereceu uma única vez, para sempre.



Somos membros da igreja (de nossa igreja), e não individualmente membros uns dos outros na cidade onde residimos.



O que diz a Palavra? Por que rejeitar a Palavra? Não se trata de fechar o templo, ignorar o local de reunião, de fechar as portas, de apagar as luzes. Não é templo o que chamamos de templo nem igreja o que chamamos de igreja.



Nós somos a Igreja, o Templo.



Por que é difícil compreender e praticar isto? Falar sobre isto? Mudar nossas palavras para refletir a Verdade!



“À medida que se aproximam dEle, a Pedra Viva - rejeitada pelos homens, mas escolhida por Deus e preciosa para Ele - vocês também estão sendo utilizados como pedras vivas na edificação de uma casa espiritual para serem sacerdócio santo, oferecendo sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus, por meio de Jesus Cristo.



Pois assim é dito na Escritura: "Eis que ponho em Sião uma pedra angular, escolhida e preciosa, e aquele que nela confia jamais será envergonhado"



Portanto, para vocês, os que crêem, esta pedra é preciosa; mas para os que não crêem, "a pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular" e, "pedra de tropeço e rocha que faz cair".



Os que não crêem tropeçam, porque desobedecem à mensagem; para o que também foram destinados.



Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real (reis e sacerdotes), nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.



Antes vocês nem sequer eram povo, mas agora são povo de Deus; não haviam recebido misericórdia, mas agora a receberam.” (I Pedro 2:4-10)



Sim, infelizmente, por todos os lados, os que não crêem tropeçam, porque desobedecem à Mensagem!

Jesus foi levado pelo Espírito ao deserto

“Então Jesus foi levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo.” (Mateus)



O pior deserto de Meu Filho Jesus não durou 40 dias. O pior deserto que Meu Filho Jesus passou durou um pouco de tempo no relógio dos homens. Foi um pequeno momento de separação, contido e expandido no clamor horrendo e angustiante de “Meu Deus, Meu Deus, por que me desamparastes?” Seu deserto pior durou estes poucos segundos.



Porém, o que durou uns segundos para os que assistiam sem entender, para Meu Jesus, o Eterno Filho de Deus, quase toda a eternidade. E toda a Eternidade foi coberta pelo Sangue que derramou com a força de Seu grito, com a pressão de Seus pulmões, com os esguinchos de sangue da aflição eterna daquele momento. Um pecado causa a separação eterna de Deus. Uma gota do sangue de Jesus cobre este pecado por toda a eternidade.



E é para esta Cruz que Eu quero que todos se aproximem e cheguem bem perto. Sim, aproximem-se. Cheguem bem perto. Olhai para a Sua salvação e vivam. Cheguem mais perto. E vejam, cada um, seus pecados perdoados, suas enfermidades saradas, seu ser completamente redimido, todo o universo reconciliado, a Igreja, Jerusalém celestial descendo e os Novos Céus e a Nova Terra. A Porta de entrada para o Meu Reino Eterno.



A Cruz não é um mero fenômeno ou um sinal. É a mensagem completa e suprema do Meu Amor por ti. É alí, ao receber Meu Filho pela Fé que você mesmo si torna Meu filho, porque ao crer Nele Eu te dou poder para ser feito Meu Filho, por toda a eternidade. E você já está coberto por toda a eternidade pelo Meu sangue Eterno que derramei tanto pelo tempo quanto pela eternidade, no jardim, nos átrios do rei, no pátio do sinédrio, no caminho ao Gólgota, naquela Cruz e na sepultura.



A Cruz é o Meu Trono, porque ali fui coroado como Filho que deu Sua vida por todos os Meus irmãos. É por isto que ao olharem para o Trono os homens não saberão muito bem se vêem o Cordeiro que foi morto ou o Leão da Tribo de Judá. Vêem um e outro, de fato, o mesmo Eterno Deus que sou. O Trono é a Cruz.



Eu vi que Moisés se aproximava para observar o fenômeno. Eu vi que sua curiosidade se acentuou ao ponto de impulsioná-lo para aproximar-se sem medo do fogo que não consumia nem folhas e nem galhos. Aproximou sem discernir que o Fogo era Eu mesmo. Eu sou o Fogo Consumidor. Então Eu disse: “Não se aproxime. Não chegue perto.”



Não está escrito? “Aproximem-se de Deus, e Ele se aproximará de vocês! Pecadores, limpem as mãos, e vocês, que têm a mente dividida, purifiquem o coração.” (Tiago)



Não está escrito? “O SENHOR está perto dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito abatido.” (O salmista)



Mas existem momentos e experiências que na vida Eu encaminho, que Eu mesmo dou ordem para não se aproximar nem chegar perto. O Lugar em que estás é santo. Tire tuas sandálias.



No início de tua caminhada haverá formalidades entre nós que ajudarão a você a aprender a andar comigo. Nesta caminhada muitos poderão te acusar de soberba e arrogância, mas no silêncio de tuas reações estarás seguro que os fatos de tua vida e os eventos que te suscederão te ensinarão o caminho da humildade, de tal modo que você caminhará humildemente com o Teu Deus quando perderes a consciência de ti mesmo e do que porventura poderias valer e representar.



Tire tuas sandálias. Todo o lugar que andares será santo. Porque andarás comigo por todos os lugares. O que santifica não é a sarça que queima sem se consumir. Eu sou a Tua Santificação e é o andar comigo que leva você a não contaminar-se na tua caminhada por onde quer que andes.



"Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida, a perderá, mas quem perder a vida por minha causa, a encontrará. Pois, que adiantará ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou, o que o homem poderá dar em troca de sua alma?” (Jesus)



Teus pés pisarão pisos de palácios, mas Eu estarei com você. Teus pés entrarão em casas de irmãos e estrangeiros, mas até alí você andará comigo. Teus pés pisarão nas pegadas de mágicos, bruxos, rebeldes e desobedientes, mas até ali você andará comigo e onde quer que você for será lugar santo, porque estarei contigo.



Por que bradei do meio da sarça ardente para que não se aproximasse? Porque nas fornalhas da vida Eu estive presente, ao teu lado. Nem mesmo as chamas dos reis deste mundo podem queimar os Meus santos se Eu não quiser.



Há tempo para sarças arderem-se em chamas sem se consumirem, há tempo para um monte inteiro ser envolto pelo Meu fogo e há tempo para chamas do Espírito descerem sobre os Meus filhos.



“O monte Sinai estava coberto de fumaça, pois o SENHOR tinha descido sobre ele em chamas de fogo. Dele subia fumaça como que de uma fornalha; todo o monte tremia violentamente, e o som da trombeta era cada vez mais forte. Então Moisés falou, e a voz de Deus lhe respondeu. O SENHOR desceu ao topo do monte Sinai e chamou Moisés para o alto do monte. Moisés subiu.” (Moisés)



E ele veio andando passo a passo, subindo cada centímetro entre pedras, pó de pedra e areiais. Enquanto dava seus passos, seu corpo tremia violentamente com o monte que também estremecia. E dentro da Minha Glória, com os ouvidos abertos cheios do som da trombeta, cada vez mais forte, passo a passo ele chegou no topo do monte. Na sarça Eu falei e ele respondeu. No monte ele falou e Eu respondi. Na sarça ele aproximou-se, Eu disse que parrasse. No monte Eu o convoquei para subir.



Na tua vida haverão desertos e em nosso caminhar falarei contigo em momentos que serão muito especiais. Será a Minha Palavra para você como direção para o transeunte, como seta para o viajante e como referência para o cansado. Mas o que busco de Ti é que venha cear comigo no Monte da Minha Santidade quando a Minha Palavra deixa de estar simplesmente perto de Ti para estar na Tua boca, para entrar em teu ser e para consumar a obra que tenho em Ti.



A obra de Meu Espírito na tua vida não é uma consequência de experiências passadas nem de atos premeditados que se acumulam um sobre o outro para gerar o que você se torna, mas é a Minha ação consciente em você para Te transformar, em ato de Minha criação, pela Palavra que enxertei em Ti, a Semente que teu inteiro ser recebeu de Mim, para fazer você como a Mim mesmo.



Na Cruz do Calvário abri não somente caminho para o homem e Mim, mas abri caminho para vir e morar para sempre nos Meus filhos.



A Cruz é o lugar eterno da redenção de homens por Deus tanto quanto é o lugar eterno da redenção do Filho que se fez pecado sem ter pecado, se fez Cordeiro no tempo e espaço da criação porque é Cordeiro Eterno.



A Cruz é o lugar da redenção de tudo, da reconciliação de Deus com toda a criação, do caminho do Eterno vir para sempre se fazer carne e habitar nas moradas eternas, Seus filhos redimidos.


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FORA DO ARRAIAL

FORA DO ARRAIAL

Pastor Daniel Leite Fonseca


Pastor da Igreja Batista Nova Canaã em Betim - MG (Jubilado).



Fora do arraial a caminhada pode ser longa e com desertos à frente, mas também com oásis, palmeiras e regatos de águas cristalinas e refrescantes, onde peregrinos e caminhantes da fé se acampam. Porque, para esses, deserto nunca foi e nunca será lugar de habitação final. Deus lhes tem reservado algo infinitamente melhor!




 Fora do arraial há de se encarar o desafio de longa caminhada, pés doídos e pele de beduínos, mas carregando sempre na alma e no corpo, um bem que supera todos os valores deixados para trás: a preciosa liberdade de celebrar, de cultuar, de servir a Deus e ao próximo, sem nada a temer. Faraó e seus exatores ficaram para trás. Lá no velho Egito, cuidando de suas torres, de seus palácios, de seus templos e construindo suas pirâmides,



Egito nunca mais!



Fora do arraial, não se constroem presídios, de máxima ou mínima segurança, com suas muralhas e cercas de arame farpado. A única prisão que se quer e se busca é a consciência cativa do Evangelho, que é libertador e restaurador; o único fardo que se carrega é o fardo de Jesus, que é leve e gostoso de ser carregado e o único jugo desejável é o jugo suave d’Ele, saturado de amor, de graça e de misericórdia. Que ninguém cometa a loucura de estabelecer, fora do arraial, ambientes opressivos e nem construir cubículos mal-cheirosos, entulhados de tabus, de leis, de regras da religião e coisas do gênero.



 Fora do arraial armam-se tendas. Apenas isto. Leves e desmontáveis. Como fazem os peregrinos. O que conta é caminhar. Caminhar sempre. Cruzar fronteiras. E, para caminhar, é preciso leveza, simplicidade e um viver desinstalado.



 Fora do arraial, ou fora dos muros, vê-se, na solidão da cruz, fincada no alto da montanha desnuda, o Cordeiro Imolado, que atrai e que chama à plena identificação. Ali, a dívida foi cancelada e os grilhões foram definitivamente quebrados. Livres ficamos para adorar ao Deus Único e Verdadeiro, para proclamar que Jesus Cristo já pagou o preço e para amar de verdade, sem qualquer tipo de discriminação. Amar como Ele amou e ama. E para dizer que há vida, que há esperança em Cristo Jesus.



 Fora do arraial a graça de Deus foi revelada e veio até nós. Impetuosa como a cachoeira e abundante como o rio caudaloso. Não domesticada, não diminuída e nem engessada por pressupostos de moralidade e condicionamentos da religião. Somos desafiados a vivê-la e torná-la conhecida de todos.



 Fora do arraial somos irmãos. Todos irmãos. Chamados à solidariedade, à compreensão dos dramas e ambivalências de nosso próximo; ao exercício dos atos de compaixão e misericórdia, sem os condicionamentos e cobranças morais, saídas dos templos e mentes formatadas pelos modelos religiosos.



Fora do arraial não se discrimina quem quer que seja. Todos são iguais e do mesmo valor. Cristo morreu por todos e ama a todos. Não se quer saber de folha corrida de ninguém e também não se fixa no passado de ninguém. Nuances e particularidades pertencem ao passivo de uma raça caída, mas resgatada pelo precioso sangue de Cristo.



 Fora do arraial a Palavra divina é pregada em simplicidade. E se cuida para que a ela não sejam agregados penduricalhos da religião. Sempre atentos à sua essencialidade. Crendo que ela, por si mesma, é suficiente para corrigir, para redargüir e para transformar vidas.



 Fora do arraial – a relevância está no Evangelho e na pessoa de Jesus. O desafio é amá-lO e servi-lO; é seguir o Seu exemplo; aprender com Ele, e fazer como Ele fez.



 Fora do arraial as pessoas são estimuladas a se assumirem com coragem e honestidade. Sem medo, sem fugas, sem sutilezas e sem malabarismos de conduta e de linguagem. Aceitação é palavra importante no dicionário. Fora do Arraial, transparência é virtude a ser cultivada e confronto com a verdade é caminho seguro para que se estabeleçam relacionamentos fortes e duradouros. O cultivo da maturidade passa pelo respeito e aceitação das pessoas, ainda que nem sempre concordando com situações específicas e pontos de vista particulares.



 Fora do arraial reconhecemo-nos seres inacabados, em construção. Permanente construção. Sempre caminhando, sempre aprendendo e abertos ao aprendizado. E assim continuaremos, enquanto neste corpo da carne estivermos.



 Fora do arraial o único dogma é Jesus. Que se reduziu e se fez humano como nós; que viveu uma vida simples e despojada; que nos desafiou a seguir o seu exemplo; que foi à cruz e triunfou dos principados e potestades, garantindo completa redenção.



 Fora do arraial o ato de dar é um ato de gratidão, de amor e de compromisso com o Reino e Deus, gerado pela consciência do evangelho e trazendo sempre a marca da espontaneidade, da alegria e do reconhecimento de que “nenhuma coisa o homem terá se do céu não lhe for dado”.



 Fora do arraial cada pessoa é uma pessoa e deve ser vista e entendida como tal. As padronizações não contam. Porque há diferentes níveis de fé e diferentes níveis de compreensão da verdade; e há diferentes estágios de crescimento. Uns crescem rápido, outros nem tanto e outros nada crescem. Cada pessoa deve ser aceita, compreendida e ajudada dentro de sua própria realidade. Aquilo que hoje ainda não é, virá a ser no dia de amanhã, mesmo que no amanhã eterno.



 Fora do arraial, é lugar de festa, de alegria, de celebração do banquete da liberdade, mesmo que no deserto.



 “Deixa o meu povo ir para que me celebre uma festa no deserto”.



Fora do arraial está a cruz ensangüentada que atrai e que chama à plena identificação. Porque “se com Ele sofrermos, também com Ele seremos glorificados”.



“Saiamos, pois, a ele, fora do arraial, levando o seu vitupério.”

 

A MATEMÁTICA DO MILAGRE


Mateus 14.13-21
Propósito Geral: Consagratório.

Tema Específico
: O milagre da multiplicação.


Idéia Central do Sermão
:
JESUS CONTINUA FAZENDO O MILAGRE DA MULTIPLICAÇÃO
Frase de Efeito: APLIQUE EM SUA VIDA A MATEMÁTICA DO MILAGRE.

Pergunta de Ligação
: - Como podemos fazer isso? Observando as OPERAÇÕES DA MATEMÁTICA DO MILAGRE relatadas neste texto:
                                   
PRIMEIRA OPERAÇÃO DA MATEMÁTICA DO MILAGRE
: DIMINUIR  A HIPOCRISIA (até acabar com ela) - vs 15.
Tema do Meio
:          Hipocrisia.
Explicação
:                Os discípulos não estavam preocupados com a multidão, como pode parecer à primeira vista. Lendo o contexto imediatamente anterior, vemos que João Batista havia sido morto pelo rei. Os discípulos estavam, naturalmente, assustados e com medo que algo ruim também acontesse a eles e a Jesus. Apesar do seu discurso tão piedoso, eles, na verdade, queriam apenas se livrar daquela gente, pois uma multidão com fome sempre é um grande problema e um tumulto facilmente poderia se desencadear com eles no centro das atenções, e com grandes chances de serem responsabilizados pelo desastre. Em outras palavras, eles estavam sendo hipócritas. Mas Jesus não "engoliu" sua farsa ("A multidão não precisa ir embora" - disse-lhes o Mestre), pois o Nosso Senhor não fará milagres enquanto houver hipocrisia em nossos lábios e em nossos corações.
Ilustração:                 Um jovem vivia se negando à obra de Deus, alegando para o seu pastor que não tinha tempo, pois trabalhava de dia e estudava à noite. Mas sua máscara caiu no dia em que ele arranjou uma namorada. A partir daquele momento ele arranjava tempo de sobra para namorar, todos os dias e aos finais de semana.
Fundamentação:         Isaías 29.13: "Este povo... com os seus lábios me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim..."
Opinião Contrária:     _____________________________________________
Ponto-Cruz:                _____________________________________________
Glorificação:               _____________________________________________

Aplicação
:                   Hipócrita é aquele pecador que antigamente fazia tanto pelo pecado e agora faz tão pouco por Jesus:
                                     - Antes, ele andava a distância que fosse para satisfazer seus desejos. Agora acha que a igreja é longe.
                                    - Enfrentava qualquer tempo. Agora qualquer chuvinha o faz faltar aos cultos.
                                    - Gastava grande parte do seu salário para sustentar seus vícios. Agora acha o dízimo pesado.
                                    - Gastava horas com bares, festas, jogos etc. Agora acha que um culto de 2 horas é inadimissível.
                                    - Dava tudo de si para as coisas do mundo. Agora nega seu tempo, recursos e talentos para Jesus.
Apelo do Meio:          _____________________________________________


SEGUNDA OPERAÇÃO DA MATEMÁTICA DO MILAGRE
: SOMAR RESPONSABILIDADE - vs 16.
Tema do Meio
:         Responsabilidade
Explicação
:                Jesus foi bem enfático: "Dai-lhe vós de comer". O problema da fome das multidões É NOSSO! É nossa responsabilidade. Jesus não fará nenhum milagre de multiplicação enquanto não assumirmos a nossa responsabilidade. Ele vai multiplicar, mas não para mim, para eu satisfazer meus desejos e caprichos, mas para que NÓS tenhamos condições de dar conta das nossas responsabilidades. 
Ilustração:                  _____________________________________________
Fundamentação
:         Mateus 10.
Opinião Contrária:     _____________________________________________
Ponto-Cruz:                 _____________________________________________
Glorificação:               _____________________________________________

Aplicação
:                  O problema dos jovens não é problema do pastor, É PROBLEMA NOSSO.
                                   O problema das crianças não é problema do governo, É PROBLEMA NOSSO, etc.
Apelo do Meio:           _____________________________________________


TERCEIRA OPERAÇÃO DA MATEMÁTICA DO MILAGRE
: DIVIDIR OS RECURSOS - vs 17-19.
Tema do Meio
:          Dedicação.
Explicação
:                Antes de ver a multiplicação, os discípulos tiveram que colocar seus escassos recursos nas mãos de Jesus e vê-lo partindo (dividindo) o pão. Antes de vermos o milagre da multiplicação em nossas vidas, temos que fazer o mesmo. Temos que colocar  todos os nossos recursos em suas mãos e deixá-lo dividir à vontade.
Ilustração:                  _____________________________________________
Fundamentação
:         Mateus 16.25: "Quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á".
Opinião Contrária:     _____________________________________________
Ponto-Cruz:                _____________________________________________
Glorificação:               _____________________________________________
Aplicação:                   Provavelmente Jesus vai ordenar que você divida seu tempo, bens e talentos, antes de multiplicá-los.Apelo do Meio:          _____________________________________________


QUARTA OPERAÇÃO DA MATEMÁTICA DO MILAGRE
: MULTIPLICAR - vs 20-21.
Esta operação da Matemática do Milagre não é o homem quem faz. É Jesus. Aleluia!
Quando o homem, de todo o seu coração e sem reservas, faz as três primeiras Operações, Jesus, sem pestanejar, faz a última: A tão esperada e maravilhosa multiplicação!
Não vai faltar, nem para você nem para ninguém. Os escassos recursos dos discípulos era insuficientes até para eles mesmos, mas, nas mãos de Jesus, eles se multiplicaram e todo mundo se fartou e ainda sobraram 12 cestos.


CONCLUSÃO

- Diminua a hipocrisia (até acabar com ela).
- Some as responsabilidade (o problema é nosso).
- Divida seus escassos recursos (tempo, bens e talentos).

E creia nesta palavra: Não vai faltar, nem para você nem para ninguém ao seu redor, pois Jesus vai multiplicar.
Deus seja louvado!